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Um espaço para falarmos daquilo que nos deixa felizes, aquelas coisinhas que melhoram o nosso humor num dia azedo.Maquiagem, culinária, viagens, bem estar, livros. Escolha um lugarzinho bem confortável no sofá, que assunto não há de faltar!

15 janeiro, 2015

Viagem para NY – Dia 2 (Soho, Nolita, East Village e Flatiron District)




Oi gente! Estou pronta para o post do segundo dia na cidade que nunca dorme oh, wait! Ela não só dorme, como acorda tarde hehe! #insomniafail
Mas antes, algumas considerações sobre a nossa locomoção por lá: em Manhattan, os nomes das ruas não deixam você  perdido, pelo menos não por muito tempo, mas é importante saber alguns pontos de referência.  Se olhar o mapa, verá que a maioria dos bairros segue um padrão em suas ruas e quadras. O West Village, e o Financial District são algumas das exceções, mas fora isso, andar por lá é bem ‘óbvio’. Eu já sabia que um bairro era diferente do outro com base nas pesquisas que fiz, mas fui surpreendida porque, dependendo do lugar, ao atravessar a rua já percebemos que mudamos de bairro. Very cool! Dependendo de onde você estiver, você pode se nortear pelos prédios famosos, como se o Empire State Building fosse uma estrela polar ou algo assim.
Em NY, há uma Starbucks e uma Duane Reade em praticamente todas as quadras rs... Usei muito a Starbucks pra tomar café  e, pode parecer besteira mas todo brasileiro já pegou a dica: Starbucks tem banheiro, hehe! Ok, não são os mais limpos, ao longo do dia pode piorar, mas compensa isso a pegar metrô pra voltar para a acomodação ou hotel. Forma fila e uma boa porcentagem dela é composta de brasileiros. Tá com saudade de casa? Quer ouvir a língua mãe? Já sabe o lugar! Ah, algumas delas tem apenas um banheiro, unissex.  
Neste dia, acordamos muito cedo pra quem está de férias, às 7 a.m., e fomos andando até o Whole Foods e paramos na Starbucks no caminho. Nós voltamos outras vezes a este mercado, mas eu gostaria de poder gastar meio dia e uns $300,00  lá dentro. Depois de deixar a compra em casa, pegamos o metrô de sempre (azul, downtown, linhas A ou C) e descemos na Spring St., nosso ponto de início para um dia de muita caminhada! 
O SoHo é lindinho e é tudo o que você já leu por aí! Cara de boêmio, cheio de restaurantes, gente bonita, um charme! Nós descemos na  estação da Spring St. (a linha azul passa por lá) e seguimos por ela observando as lojas, os cafés, seus prédios com escadas de incêndio, as livrarias (Kate’s e Papyrus),  e também pela Broome St e outras ao redor, passando pela Sur La Table, uma loja fofinha pra quem quer comprar coisas para casa e temperos. O preço não é dos mais amygos, mas foi lá que eu comprei meu timer de joaninha, e o marido fez a festa nos sais pretos, vermelhos e rosas do Himalaia e etc. Saímos, já carregando uma sacola razoável de coisas quebráveis,  em direção ao restaurante L’Asso, ali pertinho, na esquina da Kenmare St. com a Mott St., Nolita.  O motivo? Fazer pose em frente às asas de borboleta da Kelsey Montague! As asas já foram apagadas, mas foi muito legal! Quem pesquisar por #kelseymontagueart ou #whatliftsyou vai entender o movimento. 

In love  com as asas!
 
O Nolita é muito famoso e charmoso também, creio que em alguns pontos ele e o SoHo se ‘misturam’, e eu não sei fazer uma análise mais detalhada dos dois, mas são encantadores, na minha modesta opinião um dos passeios mais agradáveis de se fazer a pé em NY. Dizem que a night é animada. E fora que ali você tem tudo: desde lojinhas pequenas até lojas de grifes famosas, como Marc Jacobs, Chanel, e outras tantas que eu não entrei haha! Basta ter dinheiro que opções não faltarão, juro! Andamos pelas ruas de prédios de aço do começo do século, curtindo a vista,  e eu lembro que estavam arrumando algumas ruas do Little Italy para o festival de San Genaro. E o marido já de saco cheio porque eu quebrava o pescoço para todas as vitrines, eu praticamente andando ‘dis costas’ pra poder ver mais.
Gastamos algumas horas nestes trajeto, mas se você não tiver  o espírito camelante que eu tenho, pode gastar meio dia só curtindo as lojas, almoçando, observando a cidade. Eu não posso dizer que precisei correr em nenhum momento, mas se quisesse poderia ter gastado mais umas duas horas por ali. Tudo muito fofo, mas eu tinha ainda que conhecer o berço do punk na cidade – East Village. E quando você atravessa a Bowery, uma rua bem larga, e chega ao outro lado, você já percebe a diferença até no aspecto das ruas. Não vou dizer que é o meu tipo de bairro, mas não posso negar que o bichinho tem história e personalidade de sobra! Eu estava de olho na cultura, nas pessoas, mas queria também achar a Economy Candy, uma loja de doces toda apertada e entulhada de açúcar em suas mais diversas formas e texturas. A loja não é uma lindeza feito a prima (de terceiro grau) rica Dylan’s Candy, mas os preços aqui são muito melhores, a ponto de achar barra grande de Lindt de 300g por $6,99 cada. Fizemos a festa!

Foco no que interessa ;-) Rolou indecisão na Economy Candy.
 Carboidratos e açúcares  garantidos, chegou a hora dos salgados, na Katz Delicatessen. Esta deli é muito tradicional e dispensa maiores apresentações, e alguns filmes tiveram cenas rodadas por lá. O que o pessoal mais comenta é o “Harry e Sally: feitos um para o outro”, que eu não assisti. O lugar tem história e as paredes cheias de fotos de celebridades que passaram por ali ao longo do tempo.  Pra mim, também fica conhecida pelos picles gigantes que colocam junto com o sanduíche. #tenso
De um lado, senta quem vai ser atendido por garçon, e nós sentamos do outro para saborear o pastramão gigante, e eu pedi o Matzo Ball, que é uma bola matzá servida com caldo e uma outra sopinha de frango.  Eu sabia que queria os dois primeiros, mas na hora rolou uma emoção e um medo de não ter onde sentar, e o Fernando teve de correr pra pegar mesa enquanto eu fui pedir a comida, aí tive de improvisar nesta última sopa. O lugar não é caro, e o que provamos estava bem servido. Salvo engano, gastamos menos de $30,00 já com a bebida.
PS - O matzo, ou matzá, é um pão sem fermento, de origem judaica. NY também é um bom lugar para apreciadores de comida kosher, seja em alguns restaurantes ou em supermercados. Alguns são específicos kosher, outros apenas oferecem estes produtos. 

Se nem eu dou conta de um sanduíche de pastrami, você deve considerar dividir o seu em duas partes, se estiver acompanhado(a).
 Atenção porque o atendimento neste lugar foi muito rápido, então não é um bom lugar para ficar indeciso e fazer cara de ‘hum, o que tem pra hoje?’ na fila.  É tipo a fila do caixa de algumas lojas de departamentos aqui no BR, só que ao contrário, então decida-se antes.
Ah, não sou fã, mas preciso citar que em algum ponto deste passeio a Paris Hilton passou do nosso lado, a caminho de sua salada em um restaurante chique na Bowery - ela deve pesar uns 45 kg. Com certeza não comeu um big pastrami rs...
Nós tínhamos a intenção de passar em frente ao CBGB, clube que foi o berço do punk nos anos 80 e onde atualmente funciona uma loja, e de fato acredito que passamos por lá, mas não percebemos, mesmo com o meu roteiro encadernado... Uma pena!
Depois, caminhamos até o Flatiron Building, que tem uma loja da MAC em seu andar térreo, e a seu lado uma pracinha com vista incrível do Empire Bd. Eu consegui ainda visitar a DSW, da qual tive indicações para comprar sapatos e bolsas, ali pertinho, e fomos também ao Eataly para comprar algumas coisinhas. Visitamos a Best Buy nas redondezas, procurando por laptop e mochila., é bom olhar o site da loja, porque muitas vezes o site é mais completo do que a loja física.  Arrependimento do dia: não ter parado na chocolateria Max Brenner, ali pertíssimo. Fiz dessas de não parar num lugar porque a- não estava com fome na hora; b-estava com pressa; ou c- achei que teria tempo de passar em outro dia. Claro que o Murphy estava de olho. Tomamos o metrô (sempre linha azul, A ou C) sentido Uptown para ir pra casa, e provavelmente à noite ainda fomos às groceries lá perto.

Acho que está bom pra um segundo dia, né? Foi lindo, mas muito cansativo!
;-)

13 janeiro, 2015

Viagem para NY - dia 1





Olá pessoal!


Vista do Empire State Building.
Resolvi dar uma ressuscitada no blog, porque acho que vale a pena retribuir com informação toda a ajuda que tive em grupos de viagem, e em blogs mesmo. Estava decidida a não postar nada sobre a viagem pra NY, mas querendo ou não, eu acabo falando disso, então resolvi deixar tudo condensado, no mesmo lugar, tanto para quem quiser pesquisar quanto para darmos aquela olhadinha daqui a alguns anos. Então, três meses depois, vim contar da viagem de 12 dias para NY, em setembro de 2014.
Tenho de pedir desculpas pelo tamanho do texto. Como podem ver, eu não domino a habilidade de sintetizar informação, mas também achei necessário dividir algumas informações que fizeram falta em minhas pesquisas. De qualquer forma, tentarei o possível para que os próximos posts sejam mais curtos e objetivos.
Nós viajamos em casal e não temos filhos. Não somos dados a luxos (mas também não acho ruim se aparecer algum rs), não temos preguiça de caminhar, não sentimos necessidade de fazer três refeições sentados em uma mesa, nos adaptamos razoavelmente fácil.
O nosso roteiro foi um capítulo à parte, pois começou a ser montado com 9 meses de antecedência, com dicas de blogs, leituras de 3 livros, troca de idéias em grupos na internet/facebook, e o bom e velho mapinha mesmo e sites de cada atração. Eu não sou a pessoa mais organizada do mundo, mas quando o assunto é viagem, eu gosto de me programar ao máximo! Mesmo assim, senti que fiz coisas erradas e lógico que descobri isso na prática, da pior forma. Levamos celular com GPS, mas o nosso grande guia foi um roteiro de papel, encadernado, com a descrição do roteiro e o trajeto via Google Maps. Pode parecer besteira mas ajudou demais! Mesmo eu sabendo a geografia de Manhattan quase de cor, de tanto que estava acostumada a olhar em mapas, às vezes bate uma insegurança ou deixamos passar algo.
Viajamos fora de época de promoção, mas mesmo assim vou colocar alguns preços ao longo dos relatos, pois senti muita falta deste tipo de informação. Fui uma ‘estudante’ muito criteriosa neste sentido, eu gosto de ler sobre o lugar que vou visitar, seja ele qual for. E foi desta pesquisa toda, que nasceu o roteiro que posto a seguir:
Viajamos pela AA, vôo sem escalas, e chegamos lá na manhã ensolarada do dia 07/09. Voo ok, tripulação ok, Infos do aeroporto ninguém quer saber, né? Haha!
Nós estávamos com poucas malas, e por questões muito particulares (a- economia e b-necessidade de testar nossos limites e c- aventura) optamos por fazer o trajeto até Manhattan via Air Train saindo do JFK em direção à Howard Station, onde descemos e pegamos o metrô linha azul C. O metrô me pareceu meio vazio nas primeiras estações, uns lugares que não lembravam NY nem de longe, e isso causou uma confusão básica no cérebro, mas logo chegou mais gente à medida que nos aproximávamos da ilha;  logo deu pra perceber que estávamos na Big City, e fui reconhecendo a cada estação do metrô o trajeto que tinha pesquisado por meses! Ao passarmos pela estação do Museu de Historia Natural, percebi que estávamos quase em “casa”, e eu lembro até agora da sensação inexplicável ao sairmos do lado de fora da estação, bem ao lado do Central Park! Vou lembrar pra sempre desta sensação! Sei que voltarei pra lá, mas a primeira é sempre a primeira né?
Sobre a estadia/ hospedagem: assim que descobri o site AirBnB, eu achei a proposta interessante  e já tinha optado por ela, mas pesquisei hotéis e, após comparar preços, ficar em hotel meio que saiu da lista! Eu queria a experiência completa. Ok, pode ter a ver com o filme “O amor não tira férias”, que eu vivo assistindo... A negociação foi muito tranquila, nós fomos rejeitados por alguns hosts e aceitos por outros, se alguém precisar de dicas, tenho dois hosts ótimos pra indicar. Fechei com um moço que tem um auxiliar brasileiro, mas há também uma outra host brasileira muito qualificada no site. O apto em que ficamos está a uma quadra e meia do Central Park, na porção mais ao Norte do Upper West Side, próximo da Columbia University e perto do Harlem. Estações de metrô próximas, groceries, pizzaria, e se você estiver com disposição pra andar duas quadras, estará num The Whole Foods mara, Starbucks e também numa Sephora e TJ Maxx pequeninhas!
Nós tivemos uma pequena dificuldade para lidar com o esquema de abrir o apto, pois não vimos o anfitrião e nem o seu auxiliar, em nenhum momento. Vou descrever porque pode ser novidade pra mais gente: a chave fica dentro de um cadeado giga, presa na grade, do lado de fora do prédio. De posse da senha numérica, abre-se o tal cadeado, pega-se a chave que está dentro, e assim terá acesso ao prédio. Esta senha é fornecida aos guests juntamente com outras informações após confirmada a reserva no AirBnB. Mas claro que na prática não foi bem assim, vou dar a desculpa do vôo longo, confusão mental e tal. No fim, deu certo, não sem antes a gente pensar que ficaria a)fechado pra fora do prédio e b)fechado pra fora do apto, já que a chave do apto gira para o lado contrário e deu tipo um ‘tranco’ na hora de abrir a porta.
Perrengues vencidos, largamos a mala no apto já perto do almoço, e seguimos saltitantes com o roteiro, andamos ladeando o Central Park no lado do UWS a pé, curtindo a vista e encontrando montes de brasileiros, que falam alto e gesticulam sem parar haha... fiz muitas fotos neste dia, o clima estava muito agradável. Depois disso, tomamos metrô quando já estávamos cansados de andar e, com alguns endereços, e o primeiro estabelecimento comercial que eu visitei em NY foi a loja do chip para o celular, compramos um chip da T Mobile que funcionou perfeitamente no meu celular brasileiro, fica a dica, no site da empresa você consegue verificar se o seu aparelho funciona na rede deles.
Depois, lanche no Wendy’s, e reconhecimento da região central. A gente fez um trajeto a pé percorrendo as ruas 31, 33, 34 e 37 em suas porções entre a 5th Ave e a 7th ave, e aqui vale o que cada um decidir, já que o lugar é lindo, tem aquela coisa de cidade grande movimentada, porém com um certo charme e passando por alguns dos famosos pontos turísticos queridinhos dos brasileiros (e creio eu, de todo mundo). Aqui ficam O Empire State Building, o Madison Square Garden, a loja GIGA da Macy’s e, subindo pela Broadway, que por si só é bem chamativa, chegamos à Times Square, quando já estava anoitecendo. Tudo lindo, brilhante, lotado, cheio de personagens de filmes posando pra foto e pedindo tips, não banque o indeciso aqui, ou vai gastar uns dólares com isso. Melhor fazer o carão e sair andando e dizendo ‘no, thank you’ para tudo e para todos. A escadaria onde o Jay-Z e a Alicia Keys gravaram a famosa música “Empire State of Mind” nunca estava disponível para mim. O mundo inteiro e eu tivemos a mesma idéia. Tirando tudo isso, há algo sim de diferente nesta rua, pelo menos na primeira vez que passei lá, e acho que passei por lá quase todos os dias a caminho de outras aventuras. Não gosto de multidões, então senti a magia e fui embora haha! Não deixamos de fazer o que todo turista faz por lá: visitamos a MM’s World, ficamos loucos com os tubos gigantes cheios de MMs, enchemos o saquinho com um mix deles e fomos embora. Nós, particularmente, não piramos com a loja, talvez porque a nossa expectativa estava bem alta e esperávamos algo maior. Mas valeu a visita! Meu marido que o diga, já que jantou MM por uns 5 dias! 
Grata pela paciência de quem leu até aqui! 
See you around!

09 junho, 2012

Morango+abacate+banana = vitamina docinha e sem açúcar

Hoje vim compartilhar uma receita que fiz sem referência nenhuma, e acabei gostando demais do resultado. Esta vitamina serve duas pessoas, é saudável, e um pouquinho calórica, vcs já verão porquê.

Ingredientes:
Meio abacate maduro
1 banana
1 caixa de morangos

Modo de fazer:
Bater tudo no liquidificador e servir. Eu bati grosseiramente, pois gosto dos pedacinhos das frutas. Quem não gosta pode deixar bater tudo até virar um creme homogêneo.

Pelas frutas que leva, acho melhor servir na hora. O gosto do abacate praticamente sumiu, o que pode ser bom para quem não curte muito o sabor da fruta, e eu achei que sobressaiu o 'docinho' da banana e o sabor dos morangos. 
Como é difícil registrar cores com fidelidade, não? Ao vivo, a cor ficou mto mais simpática. 
Eis a comida de preguiçoso (dificuldade zero) e saudável:

Foto meia boca.

O único trabalho chato aqui é lavar o liquidificador depois! rs

21 março, 2012

Sobre o medo de ficar careca...

Hoje eu decidi abrir o coração (ou a risca do cabelo rsrsrsrs) porque o medo é grande. Eu estive muito concentrada em meus estudos por algum tempo, e até consulta médica com dois meses de espera eu perdi por puro esquecimento. Na minha semana de folga, porém, os medos aumentam, e o espelho não me engana. 
O fato é que eu tenho pouquíssimo cabelo - tive uma crise muito forte de stress aos 18 anos, perdi cabelos aos montes e nunca mais a minha cabeleira foi a mesma. Eu nunca tive muito cabelo, mas com certeza, tinha pelo menos o dobro do que tenho hoje. Vou falar mais uma vez que a porcaria do stresse não ajuda em nada, só atrapalha. E, se para os homens o assunto é incômodo, nem vou dizer o que é capaz de fazer com o cérebro de uma mulher. O meu quase entrou em ebulição.
Já fiz vários tratamentos, já gastei os tubos na ânsia de ter uma juba decente, e morro por dentro toda  vez que alguém se queixa de ter muito cabelo. Como alguém poderia se queixar de algo tão maravilhoso? Acabo concluindo que ou a pessoa é ingrata, ou tem problema, mesmo. 
De todos os produtos que testei, consegui algum resultado com Inneov + Avicis, ambos custam uma cacetada, mas desconfio que a medicina não tenha avançado muito neste campo. Se tivesse, a Xuxa já estaria com uma juba de dar inveja, néam? Porque eu ainda tenho a desculpa da falta de dinheiro...  Shampoos anti queda eu já nem tento mais, nunca deram resultado. Estou com muita vontade de tomar Pantogar, também, e vai ser a primeira coisa que vou pedir para os médicos. É caro, mas soube que tem como manipular. Aliás, todas estas coisas são muito caras! Ou seja, sorte de quem herdou a juba gloriosa de alguém da família. Eu realmente não me conformo com a situação, se me falarem que é bom passar baba de bode dos Alpes no couro cabeludo, é isso que eu farei haha...
O fato é que estou com vários telefones de dermatologistas em mãos, e vou visitar todos eles. Também vou voltar à minha endocrinologista, que acompanha o meu probleminha de tireóide, e vou pedir orientações.
Se as pessoas com cabeleira normal se matam quando vêem uma famosa cabeluda no red carpet, imaginem o que eu sinto ao ver a Amanda Seynfried exibindo o picumã impecável. É um sentimento, tipo, indiscritível, como se o meu fígado tentasse trocar de lugar com os pulmões ou algo do tipo. Reforma 'agrária' capilar djá

Is this for real??
Fora Dave Grohl e Anthony Kiedis - que deviam cuidar muito da alimentação nos anos 80/90, só que ao contrário - balançando a cabeleira nos shows. Absurdo, né? Ricos, talentosos, e ainda por cima cabeludos, sambando na minha cara. Ou melhor, pulando no dooooorrrgas mano style bem no meio do meu cocoruto! É pra chorar, né?
Bom, irei às consultas, farei os tratamentos por pelo menos 1 ano, me empenharei em cuidar da alimentação mesmo em épocas de concursos concorridos, e documentarei tudo. E, claro, vou compartilhar aqui, vai que mais alguém está sofrendo do mesmo mal, né?

Nem preciso citar que se alguém aí souber da mágica pra ter o cabelo perfeito, está convidado a compartilhar, né? 

Bjs!

20 março, 2012

O milagre da multiplicação do iogurte natural (!?)

Há uns dias atrás, uma amiga do trabalho compartilhou comigo a receita abaixo. Fiquei tão entusiasmada, e quando testei e a receita deu certo, e aí, já viu: me empolguei.  A receita é tão simples, tão gostosa, e quebra tantos galhos, que eu não sei como sobrevivi até os 28 sem conhecê-la rsrs...

Adaptei as quantidades para uma família de duas pessoas (ok, na verdade, eu só diminuí a quantidade de leite) e o negócio é tão simples, olha só: ferver um litro de leite integral, e deixar esfriar um pouco. Seguindo a dica da minha amiga (e nesta parte, precisaremos de cautela para não acabar com queimaduras), deve-se esperar um tempo (creio que 15 minutinhos sejam suficientes), e colocar a mão (rapidamente, ai, ai, ui, ui) em volta da panela, que deve estar quente, mas não a ponto de queimar a sua mão, ou seja, você sente o calor, mas ainda consegue deixar a sua mão ali, sem danos. Seria um 'morno mais para quente'. Aí, é misturar um copo de iogurte natural de sua marca preferida, dissolvê-lo no leite, transferir tudo para uma bacia de vidro ou de plástico, tampar, e deixar no microondas de um dia para o outro.

Depois, é só pegar o 'iogurte multiplicado', como a coisa ficou conhecida aqui em casa, e guardar na geladeira, e usar nos próximos dias. Não dura muito, porque é muuuito delícia pra comer com cereal, com frutas picadas ou mesmo batido com elas no liquidificador, com mel... nham!

Com Nesfit. 
 Testei com sucrilhos e adorei. Depois, com uns flocos de cereal, mais saudáveis (Nesfit), que achei no supermercado. Não ficou tão bom, culpa do cereal. Às vezes, a máxima 'pouca caloria, pouco sabor' faz mais sentido do que nunca.  Também fiz com kiwi picadinho, pra comer no lanchinho da tarde. Coisa boa!!!





Agora sim. Misture com a sua fruta preferida, e deguste logo em seguida :-)
Pode ser que vocês já conheçam, por outro nome, este iogurte.
Uma belezinha, viu, gente?

Beijos :-)

Confissões de uma gulosa

Olá, gentem, depois de deixar o blog aqui tomar poeira, voltei pra contar algumas novidades. Estive afastada de quase tudo, e usando o meu tempo livre para estudar para dois concursos públicos. Fiz a última prova domingo e achei necessário me dar uma semana de folga, longe das apostilas, cadernos, e vídeo-aulas. E assim, pude passar por aqui também.

Estou aqui pra confessar, que vida de guloso não é fácil. Se você adora comida, no almoço já faz planos para o jantar, e sonha com um tal frango assado jogador de poker e dançarino, você vai me entender perfeitamente. Vai entender o que é ficar com vontade toda vez que está passando na frente de uma churrascaria. Engolir essa vontade e continuar andando não é fácil, por isso tantos delizes na minha dieta. Tenho planos de alcançar os 57 kg até julho, mas levando em conta que o ponteiro da balança oscila entre 60 e 62 kg, sem chance de baixar disso, e que já estamos em março, posso dizer que agora é uma luta contra o tempo E contra a pança!

Vou dar aqui uma dica, que eu pretendo seguir da próxima vez que emagrecer: sempre, sempre, emagrecer 2kg a mais do que se pretendia na meta inicial, pois são os quilos que 'voltarão' pra gente depois. Depois do final da dieta, quando a gente entra na fase de 'manutenção' - quando a gente já atingiu o peso que queria - se torna muito difícil perder um mísero grama que seja. Primeiro porque a gente já não tem mto mais coisa pra perder (mas não é esse o meu caso rsrsrsrs), e mais importante, porque a gente já não aguenta mais passar vontade. Aí, por mais que vc se cuide, e já esteja acostumado a comer menos, é um pulinho pra voltar aos velhos hábitos, comer uma coisinha aqui ou ali, comemorar com um grupo de amigos ou outro. E experimenta fazer um mês de vida social full, pra ver o que te aguarda no visor da balancinha. Sacanagem, mas é verdade!
Por isso eu faço uma pesagem semanal, muito mais fácil perder 1 kg logo no começo do deslize, do que deixar a coisa fluir e acordar quando já tiver 15 kg pra perder. Ops, acho que já vi este filme.

O jeito é buscar força na gelatina! Mas sem aquela loucura de chupar gelo, viu gente?

;-)