Welcome!

Um espaço para falarmos daquilo que nos deixa felizes, aquelas coisinhas que melhoram o nosso humor num dia azedo.Maquiagem, culinária, viagens, bem estar, livros. Escolha um lugarzinho bem confortável no sofá, que assunto não há de faltar!
Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Viagem. Mostrar todas as postagens

14 novembro, 2011

As frutas gigantes de Usaquén

Já sabem: guloso (disfarça) e curioso (hein?), quando viaja, come de tudo, e vai até aos supermercados e feiras pra ver como é. Acho interessante, sei lá, assim a gente meio que se integra à população local.
A gente foi ao Mercado de Pulgas de Usaquén, tipo uma feirinha hippie, ficava bem longe do nosso hotel, mas táxi é mais barato. Andamos horrores, eu morrendo de medo da conta, porque táxi aqui na minha cidade é uma cacetada, e no fim deu 20 pesos colombianos. Eu jurava que ia dar uns 50. O bairro onde acontece a feirinha é bem legal, e estava cheio de policiais porque tinha um posto de votação nas imediações.

 
Delícias do Mercado de Pulgas de Usaquén.

 Da esquerda para a direita, em sentido horário:
1- Vai parecer exagero, mas aqueles pêssegos eram quase do tamanho de uma maçã. O mais parecido (em termos de tamanho) que eu vi por aqui, foi em conserva, num empório lá no Shopping D. Pedro. Eu tirei esta foto mesmo foi por causa dos morangos. Gigantes-mutantes-do-Alaska! Eles não podiam vender álcool, mas criaram um ponche 'alcool-free' com várias frutas.
2- Paradinha pra degustação de geléias. Todas sem açúcar, feitas artesanalmente com um adoçante natural cujo nome não lembro. Podem ser consumidas por diabéticos. O vendedor foi bem atencioso, nos deu folhas cheias de receitas. Alguns sabores inusitados, tudo muito limpinho e embalado. Trouxemos várias, a minha preferida é a de hibisco. 
3- Não sei se já comentei, mas acho que eles adoram Helloween! Coisa mais legal, encontramos várias pessoas vestindo fantasias na rua, com peruca e tudo, e isso foi no dia 29 e dia 30. E aí eu me encantei com estes docinhos de uma barraquinha. Vi e tive de comprar uma caixinha com docinhos bruxísticos, porque né, eu vejo coisa colorida e já fico querendo. E eles eram lindos!
4-O milho assado deles (maíz) é assado na grelha, sobre brasas, e servido com mantequilla (acho que é margarina). Eu não me acostumei com o gosto, é diferente do nosso milho-verde. 
5- Mais docinhos, da mesma barraquinha onde comprei os de Helloween. 
6- Uvas, da mesma tenda dos morangos da primeira foto. Grandes demais!
Nesta mesma feirinha tem também artesanato, bijoux (comprei uma pulseira leeeenda lá, estou arrependida de não ter comprado mais duas que também eram lindas), tés de coca, biscoito feito com farinha de coca, dentre outras iguarias. Vi quadros lindos, jaquetas de couro femininas por aproximadamente R$190,00 - e este era o valor inicial, dava pra barganhar que com certeza conseguiria desconto. Não me interessou, mas as jaquetas que eu vi eram muito bem acabadas! E, pelo jeito, o it  é a jaqueta de couro. O pessoal usa muito!
Nos arredores, tem vários restaurantes, uma igreja e uma pracinha bem fofa. As ruas são muito limpas, com excessão de panfletos por conta das eleições, mas isso era mais próximo ao local onde aconteciam as votações.
Amanhã tem mais post, pra mostrar o que eu vi de diferente no supermercado de lá. 
Só pra adiantar: eu adorei a versão deles do bolinho Ana Maria. Eu adoro este tipo de bolinho!
É isso por hoje, people! 

;-)

12 novembro, 2011

Andres Carne de Res, um restaurante muito diferente!

Contei que a nossa ida para Bogotá coincidiu com as eleições deles para prefeito, né?
Tivemos um sustinho, pois algumas pessoas nos informaram que quase tudo estaria fechado neste dia, e que não teríamos muita coisa pra fazer. Na verdade, este probleminha a gente contornou bem porque boa parte dos estabelecimentos permaneceu aberto, e é por issas e outras que eu sempre tomo muito cuidado com informação furada.
Mas tivemos um susto número dois, e este não era palpite furado: lá a lei seca é seguida à risca! Pelo que me lembro, começa um dia antes e termina um dia depois das eleições, como a gente não sabia e deu bobeira de não ir jantar longe do hotel na sexta-feira (chegamos lá mortos e tomamos cafézinho no Juan Valdez, e depois jantar num restaurante dentro do complexo comercial onde fica o hotel, mesmo), acabou que tivemos de ficar no suquinho. E eu queria demais provar uns bons drink no Andres, mas não deu.
E ele, o Andres Carnes de Res D.C, é o assunto deste post. Ele se tornou famoso entre os turistas que visitam Bogotá e arredores, por conta do estabelecimento que fica em Chia, um pueblo próximo à capital. Como este ficava fora de mão pra gente, descobrimos este Andres D.C, que foi o segundo a ser aberto, do mesmo dono. Nós ficamos no andar do 'Purgatório', mas dentro tem escadas que levam a outros patamares: se não me enganei nos nomes, além do Purgatório, você pode escolher entre ficar no Céu, no Inferno ou na Terra. Fiquei no Purgatório porque foi onde o elevador nos deixou, não foi com intenção de pagar pecado não, mesmo porque a conta é meio  cara para os padrões de lá. 
O nosso aníver de casamento foi no dia 29 de setembro, mas neste dia comemos comida de restaurante normal, em casa, pois estávamos resolvendo um montão de coisas da vida de adulto. Um saco, néam? E deixamos para comemorar de verdade lá, neste restaurante que meu marido descobriu em algum blog enquanto pesquisava pra nossa viagem. 
Em frente ao Andres D.C.



 Este fica localizado na Zona Rosa, numa rua cheia de restaurantes e quase em frente a uma Zara gigante. Eu entrei na loja pra ver se os preços batiam com os cobrados nas lojas daqui, mas pelo que entendi lá a Zara é mais cara. De qualquer forma, nunca comprei nada lá porque nada do que eu provo me cai bem, só fui de curió mesmo pra ver os preços. Dos shoppings Andino e El Retiro, dá pra ir andando, e acho que no trajeto até passamos pela Zona T, uma rua em forma de T onde não entram carros, e o lugar é cheio de restaurantes. Mas como não tinha placa indicando, até hoje eu estou em dúvida.

Foto a partir da nossa mesa, para mostrar o barzinho. Neste dia, dali só saíram sucos, limonadas e chás. Nada de bons drinks pra gente :-(

Parece tudo tão poluído, mas no fim tudo acaba combinando muito bem...


'Decoração' da mesa.
 Na mesa, tem este amontoadinho de coisas: uchuvas (fruta que eu não conhecia) na casquinha do côco, pedacinhos de côco picados em outro recipiente... achei fofinho, mas eu me encantei mesmo foi com o copo da minha limonada, confere:
  
Limonada do Andres. Adorei o 'copo', mas a limonada em si não era tuuuudo isso.
O suco de tangerina do marido veio numa jarrinha, com o copo que era uma casca de côco.


Objeto imóvel não identificado. Tinha vááários destes pendurados.
 E algumas comidinhas também. Neste dia, eu felizmente consegui sentir o gosto dos alimentos. Assim eu me odiei menos...
Queijo na chapa, com tomate e pão. Nem precisava de descrição. Muito bom!
 
Saladinha.
 Esta salada é gostosinha, com abacate, amendoim, tomate e vários tipos de alface. Achei o tempero da salada deles um tanto parecido com o nosso.

E claro, a carrrrne! Deliciosa!
 A carne vem assim, numa chapa, ainda chiando de tão quente. Uma perdição de tão macia, saborosa. O meu marido achou que tinha pouco sal, mas dá pra acertar com o sal que tem na mesa.

Chazinho.
 Além da sinusite, eu tive gastrite por lá, e aí, numa tentativa desesperada de aliviar e ajudar na digestão, eu peguei um chazinho. Eles trazem a caixinha (tooooda personalizada ao estilo Andres) com vários sabores e a gente escolhe. A água veio nesta 'canequinha' coberta com papel alumínio, pra não esfriar.

Detalhe fofo da colherzinha... já pode querer uma  dessas pra mim?
  E na hora da conta, outra surpresa: a conta vem nesta caixa, com envelope para deixar recadinho para 'Andres e Stela', que suponho serem os donos e um saquinho com chocolates para cada cliente da mesa.
A conta, por favor!
 Não lembro ao certo quanto a gente gastou, mas foi algo em torno de R$120,00. Achei carinho, levando em conta que não pudemos tomar nem uma caipirinha. Aliás, os drinks eu achei caros, vendo os preços do cardápio, que tem mais de 20 páginas. Mas tudo bem, ainda sobrou troco, e veio no pacotinho de chocolates que eles deram haha... uma moedinha de chocolate! Não é fofo?


Eu gostei demais! Não vi nada parecido nos restaurantes que eu fui aqui no Brasil. 
Ah, tão 'enfeitados' quanto o restaurante, são os garçons! Todos com avental vermelho, cheios de penduricalhos, e com seus nomes bordados nas costas.
Nossa conta foi comportadinha, mas repito que é porque não tinha bebidinhas... 

;-)



02 novembro, 2011

Da viagem e impressões gerais.

Alguns dias antes de viajar, eu fui parar no pronto socorro por duas vezes, por conta de uma dor horrível na face, além de dores no corpo, tosse e febre. Recebi diagnóstico de sinusite, fiquei afastada do trabalho por um dia e no outro, crendo já estar melhor, trabalhei. Aprendi que quando a gente está doente, não adianta querer bancar o trabalhador ideal, o funcionário público exemplar que vai defender uma classe inteira, porque não adianta haha... fui para o PS de novo, com pioras consideráveis, já que além de ter piorado a tosse, eu fiquei praticamente sem voz. Voltei e fiquei mais um dia afastada, com o rosto inchado, muita dor, enfim... foi assim que eu fiz minhas malas, foi assim que eu corri atrás dos últimos detalhes da viagem, e foi assim que eu viajei. Levei uma farmácia inteira comigo, mas tá valendo!
Não é de hoje que o ar condicionado é meu inimigo e a gente não se suporta, então no avião eu já comecei a pagar os pecados, nunca sofri tanto numa viagem. 
Mas eu sou guerreira! A gente sabe o quanto precisa de férias, o quanto merece aproveitar quando consegue viajar, e curti ao máximo. Visitamos muitos lugares, conhecemos um povo amável que adora o Brasil, um dos taxistas falou que tem verdadeiro fascínio pelo nosso país e que já esteve aqui duas vezes e virá novamente em 2014 haha... 
Mas, por exemplo, meu nariz descascou inteiro... eu parecia uma cobra mudando de pele (para quem não sabe, elas mudam de pele de tempos em tempos haha), com o rosto manchado, muita tosse, rouquidão, e isso quando não ficava praticamente sem voz. E, pior das dores de um comilão: eu não conseguia sentir gosto nenhum!!! Oh Pai, porque faz isso comigo?!? Haha... estar num lugar famoso por seus cafés, e não sentir nem um gostinho? Mas nem vou me queixar muito, já que alguns poucos sabores eu consegui sentir com o passar dos dias, e quando fomos ao Andrés Carne de Res, eu consegui sentir o gosto da limonada e da carne. Depois piorou, depois melhorou de novo. De sorte que quem sabe responder mais sobre a comida da Colombia é o meu marido, que deixou pra arrumar uma gripe só na volta.
Mesmo com estes percalços, eu me divertid demais. Eu me entrego mesmo quando viajo e desta vez não seria diferente. A gente sai do hotel cedo, e volta só à noite, e raramente paramos pra descansar #mochilaofeelings haha. Acho que nem me dou conta do quanto eu caminho pra lá e pra cá, até chegar ao hotel e colocar as pernocas pra descansar. É nesta hora que a dor na panturrilha denuncia os excessos, mas esta andança também queima muitas calorias. Só posso dizer que fui feliz! Os colombianos no geral são muito amáveis!
Outra coisa que aconteceu: no domingo, estavam acontecendo as eleições para as Alcadías (Prefeituras), e a gente só ficou sabendo disso quando chegou lá. Ficamos preocupados, pois a nossa viagem era demasiado  curta, nossa agenda já estava apertada e cheia, então tudo o que a gente não precisava era de um feriado no meio. Algumas pessoas falaram que tudo estaria fechado, que não teríamos muita opção de lugares para visitar, mas na verdade o que fechou foram os museus e parte do comércio. Sorte a gente não ter confiado somente nas informações que nos deram,  procuramos informação direto nos lugares, e aí ficamos mais tranquilos, ainda mais depois de descobrir que o Monserrate estaria aberto para visitação, e somente o acesso por teleférico estaria fechado. Não é problema, visto que ainda pode-se subir de funicular, um tipo de bondinho que é também puxado por cabos morro acima. Por aquilo que conversamos com os taxistas (os táxis lá são baratos demais rs),  o voto não é obrigatório, e eles também se queixam muito da corrupção. 
Lá, a Polícia é muito presente nas ruas. Não teve um lugar que visitamos que não estivesse cheio de guardas, policiais ou mesmo soldados do Exército, todos armados. E não estou falando de revólver não. No começo a gente estranha, mas me senti incrivelmente segura. Quando você chega a prédios importantes, como os museus e o Palácio de Nariño, os guardas pedem para revistar bolsas e mochilas, mas tudo é muito tranquilo e eles são muito organizados. Vimos algumas pichações do tipo 'Menos Polícia, mais Educação' em alguns muros e construções, e me perguntei o que eles fariam se, além de não ter uma Educação do agrado, ainda não tivessem policiamento intenso nas ruas. Opa, isso te lembra algum lugar? Sabe de alguém que tem de hipotecar a alma todo mês pra pagar a escola do filho e ainda não é digno de sair com uma bolsa melhorzinha na rua, sem medo de ser assaltado? Abapha, mas acho que já vi isso em algum lugar.
O fato é que, até alguns anos atrás, Bogotá era uma cidade muito perigosa, dominada pelas Farc's. O que o Poder fez, foi basicamente, desbaratinar quadrilhas, encurralá-las para o interior do país, e deixar Bogotá mais arrumadinha para receber os turistas. Ninguém é trouxa, todo mundo sabe que o turismo move zilhões de dinheiros e bordoégas mundo afora, e que vale a pena investir nisso. Não sei como é o interior do país, deve ter muitos problemas e não vou me arriscar a falar do que eu não sei. E pra falar deste assunto eu precisaria de um embasamento maior, e isso só um colombiano ou alguém que viva lá a mais tempo saberia dizer. Mas você ter segurança pra circular pelas ruas da capital já é alguma coisa, né?
Outra coisa que eu vi e que me chamou muito a atenção... as ruas são limpas, no geral. Claro, vai ter uma sujeirinha aqui e outra ali, mas nada comparado ao centro de Campinas, que quando chove faz a gente colocar as galochas no topo da lista das próximas compras, pra não ter contato com aquela contaminação toda. Ergh! Blergh!
Os parques, eu observei que eram muito bem cuidados. Com excessão, talvez, da Plaza de Bolivar, que só não tem mais pomba do que caca de pomba. Mas a gente perdoa os bichinhos, afinal, as de Veneza também devem fazer cocô e lá todo mundo quer fazer foto com elas e ainda acha o máximo haha... esta praça é muito antiga, cheia de gente vendendo milho para dar aos pombos, e com alguns pedintes também. Eu nem gosto de pomba, mas adorei que elas vieram comer na minha mão :-)
E, sorte maior de todas: praticamente não choveu nos dias em que estivemos lá! Uma chuvinha aqui, outra ali, e pra entrar no Centro Comercial Andino, o shopping top de lá, nos ofereceram uma sacolinha pra guardar o guarda-chuva, já na chegada. Legal, né? Assim não precisa deixar aquele rastro de água atrás da gente!
Acho que é isso, conforme eu for lembrando eu vou escrevendo mais coisas aqui. Quando minha irmã e eu criamos este blog, não era sobre um assunto específico, e até hoje não é. E isso me empolga, posso escrever sobre o que eu quiser aqui :-)))

Beijos e vejo vocês nos comentários!

Um papelzinho dumal!

Olá, estou muito muito resfriada/gripada/etc, mas hoje eu me sinto melhor e habilitada a contar o que aconteceu comigo no free shop. Fizemos várias 'notas mentais', do que fazer ou não fazer, mas não lembro mais haha... brincadeirinha! 
O fato que me deixou passada foi que o no free shop da ida, não tinha quase nada, como eu havia sido alertada. Mas gordo que é gordo aproveita a desculpa da viagem pra siacabar numas barras de chocolate. Dos vários itens que eu queria da Mac, consegui três, apenas. 
Na Colombia não tinha free shop na chegada, mas o da saída eu achei bem abastecido e muito organizado, além de ser mais barato que o do Brasil. Chegamos com um pouco de tempo, então fomos comer no Crepes & Waffles do aeroporto mesmo, e fiquei passada com a delícia da comida de lá. Mas isso é assunto pra outro post. O fato é que comemos lá no C&W, e saímos ainda com tempo de se divertir comprando sem deixar as calças depois, na hora de pagar a fatura, pelo abuso de impostos. 
Na hora de achar a tal lista (bem esta, que fiquei horas fazendo), quem disse que consegui encontra-la? Fiquei mais ou menos assim:

Pai amado, por que as coisas se escondem de mim quando eu mais preciso delas?!?
 Aarrrrgh, vontade de sair correndo e gritando no meio das lojas (o free shop de lá é diferente, é como se fossem várias lojas uma ao lado da outra, não necessariamente cada uma de uma marca). Mas tudo bem. Confiei na minha cabeça e comprei algumas coisas, depois descobri que confiei demais na minha (falta de) capacidade de lembrar de itens de uma lista. E aconteceu também, que, o meu tempo se esgotou, e praticamente tive de ir correndo pro avião. Não sei como isso foi acontecer, mas acho que quando a gente está se divertindo o tempo passa mais rápido, né? Esta é a minha 'tiuria' haha... Mas eu gostei muito do atendimento deles, a menina da Mac era um docinho, muito prestativa e não media esforços em pegar as coisas que eu ia pedindo. Foi a minha melhor decisão, comprar Mac lá na loja da Colombia ainda, tanto por ser mais barato (em alguns produtos a diferença era de 2 dolares), como por ter muuuuita coisa, e pela simpatia da atendente. E se não tivesse comprado lá, teria me dado mal.
Depois de 5 horas e meia, chegamos ao Brasil, e aí eu pude comprar algumas coisas no Duty Free maior. Chegamos às 3 da matina, achei o lugar bagunçado e quase sem atendentes àquela hora, a loja da Mac estava fechada. Até consegui um demaquilante que um moço funcionário do free shop pegou pra mim, mas quando pedi outros produtos para uma atendente, ela me falou que não poderia me ajudar naquela loja em especial, pois tudo estava guardado e ela não sabia onde as coisas ficavam.
Fiquei decepcionada, pois queria dar mais uma olhada, mas ao mesmo tempo aliviada por não ter deixado tudo pra última hora. E, apesar de não ter encontrado a minha listinha, eu já aprendi muito com as coisas que me acontecem, e uma das coisas que aprendi é nunca deixar nada pra última hora. Podendo resolver, resolvo na hora! 
Acho que a loja estava em reforma,  com gente subindo nas escadas no meio de tudo, carrinhos (cheios) de reposição abandonados nos corredores, e não encontrei várias coisas que eu queria ou precisava. Meu marido me deu uma ajudinha e conseguiu encontrar a tal lista, e usei somente para conferir se ainda faltava alguma coisa. Só não pude comprar aquilo que não tinha na loja, mesmo. De resto, estava tudo na minha cabeça, mesmo. 
Ajudei o marido a comprar um perfume pra ele, e algumas bebidas que a gente queria, e outra surpresa: a reserva que meu marido fez, simplesmente 'sumiu'. Os moços não conseguiam encontrar de jeito nenhum, e ficamos um bom tempo parados no caixa esperando. No fim, encontraram algumas coisas na loja mesmo, e como pedido de desculpas nos deram vários brindes :-)
E também valeu como agradecimento por a gente não ter dado xilique. Vi um cara muito estressado lá, por nada, e pensei: como podem viajar e voltar estressados de uma viagem?! Viajar é tão bom, a gente volta tão relax, que não consigo entender gente dando piti no Duty Free haha...
Acho que é isso. Agora estou com um bom estoque de cosméticos até a nossa próxima viagem. Eu estou lutando pra não abrir meus hidratantes corporais novos, pois tenho uns 5 em uso e queria terminar estes primeiro.
Beijos e vejo vocês nos comentários.

25 outubro, 2011

Teste #1: Packing!

Olá pra todo mundo :-)

O post de hoje vai sem foto, porque eu me recuso a fotografar a bagunça que está em cima da minha cama neste momento! Ninguém merece ver aquilo, certamente quem é mais organizado ou maníaco por limpeza ficaria depressivo só de ver a foto!
Mas não consigo fazer diferente. Toda vez que eu vou viajar, eu tiro quase todas as roupas do armário, aí começo tirando as que eu acho que não tem nada a ver com a ocasião, e vou fazendo eliminatórias, sucessivamente, até o ponto em que eu acho que tenho tudo de que preciso e que vou ter boas combinações carregando pouco peso na mala (o permitido em viagens para países do América do Sul são 23 kg). Se, ao colocar na mala, todas as peças ocuparem o espaço ou a excederem o peso permitido, a roupa que sai é a que eu menos gosto, que eu sempre levo as preferidas comigo hehe...
Sobre o clima, faz mais frio em Bogotá do que aqui por conta da altitude e geografia, e chove com frequência no período entre outubro e novembro. Ou seja: bota na mala e papatinhos fechados! Não queremos que a água entre, molhe os dedos e nos pegue desprevenidos, né? 
No mais, dois jeans e uma legging, e blusinhas, casaquinhos, e um casaco mais pesado caso o frio resolva ficar intenso. 
Mas fazer mala eu acho divertido, apesar da bagunça que eu faço! 
Querem saber uma coisa que não é divertida? Fazer mala com sinusite das bravas! 
E também não é divertido descobrir que você se empenhou demais e que, na última hora, aparecem coisas que você deixou pra trás ou esqueceu. Eu agora estou me arrependendo porque poderia ter comprado outro casaco antes de o inverno acabar, mas fiquei enrolando e agora vejo que tem uma lacuna no meu armário. Mas tudo bem, faz parte, da próxima vez eu prometo ficar mais esperta!

Bjs!