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Um espaço para falarmos daquilo que nos deixa felizes, aquelas coisinhas que melhoram o nosso humor num dia azedo.Maquiagem, culinária, viagens, bem estar, livros. Escolha um lugarzinho bem confortável no sofá, que assunto não há de faltar!

14 fevereiro, 2015

Dia 9 - Lady Liberty, Lower Manhattan (Financial District), Civic Center, Gramercy, Soho, Midtown

Oi pessoal!
Sei que, pelo título do post, parece que a gente viu um tantão de lugares, e nós vimos mesmo, mas é um roteiro tranquilo, que deu pra fazer num dia de sol, e ainda sobrou tempo pra visitar lojas, farmácias, etc, tanto quanto ou até mais do que nos outros dias.
Em NY as lojas te convidam a entrar. Não resista. Faz parte da experiência e, apesar de ser uma viagem pra conhecer a cidade, a gente fez bastante compra, sempre aproveitávamos o roteiro do dia para conhecer as lojas que queríamos, a não ser as do centrão, pois sempre acabávamos passando por ali. Quem está acompanhando o roteiro viu que, pintou e bordou, a gente acabava o dia  em Midtown ou arredores, e ali a profusão de lojas é enorme! A minha dica é colocar no roteiro as lojas que você realmente quer visitar, e se permitir as surpresas do caminho. Numa outra oportunidade, vou tentar seguir a dica do marido, em consideração ao fato de que era ele que carregava boa parte do peso: fazer todas as compras em um ou dois dias, e depois tentar só curtir a cidade. Vamos ver se funciona!

O mais perto que cheguei da Lady Liberty.
 O nono dia começou com a gente se perdendo logo cedo pra achar a balsa que vai pra Staten Island, e que passa a uma distância que proporciona uma bela vista da Estátua da Liberdade. Quem quer descer na Lady Liberty ou Ellis Island NÃO deve pegar esta balsa, há outras formas de chegar até lá. A balsa para Staten Island é gratuita, e serve como meio de locomoção para os trabalhadores que precisam fazer esta travessia diariamente. Eu preciso confessar que, apesar de assumir que alguns lugares clichês não são clichês à toa, e que devem ser visitados, nunca senti nada pela Lady e não tive vontade de perder uma manhã inteira nisso. Dizem que as filas são grandes dependendo do horário, mas desde que seja da vontade da pessoa, acho que vale a pena enfrentar fila e todo o resto. Não era esse o meu caso, mas sabia que, como turista de primeira  viagem, tinha de vê-la ou ficaria me cobrando depois. Na minha próxima viagem a NY, pretendo ir para aqueles lados, mas para visitar a Ellis Island, ilha que foi muito importante para a imigração em toda  a região. Há uma amostra razoável desta ilha no filme Hitch - Conselheiro Amoroso.
Encontrado o ponto de partida para Staten Island, que na verdade é um prédio enorme bem na pontinha da ilha, e não sei como a gente se confundiu rsrsrs, é só entrar e esperar para pegar a próxima balsa. Neste horário da manhã, tinha pouca gente, mas tinha um punhado razoável de brasileiros se espremendo pra tirar foto. Chegando do outro lado, esperamos cerca de 30 minutos até chegar a balsa que voltava para Manhattan, e e foi bem legal observa-la de um ângulo diferente. Nós fomos  lado direito da balsa na ida, para ver a estátua, e do outro lado na volta, assim tivemos duas perspectivas. Uma outra possibilidade é incluir o Tribeca no roteiro deste dia, abrindo mão de parte do passeio.

Não parece, mas foi um sufoco fotografar com o touro mais famoso do mundo!
De volta, fomos visitar o Charging Bull, que fica a uma caminhada curta de onde descemos. Na verdade, tudo ali é muito pertinho e as ruas são mais 'quebradas' e não no padrão 'certinho' da parte superior da ilha. Depois, rumamos para o norte, pela mesma rua do touro, até a Trinity Church, a igreja que aparece em praticamente todos os filmes rodados em Wall Street e que envolvem a bolsa de valores em seu roteiro. Comemos panquecas fantásticas no George's, um restaurante legal ali perto, e depois seguimos explorando a área.  Eu adorei esta região, a maioria dos prédios são antigos e imponentes, um colado ao outro, algumas ruas bem estreitas e, por falar em rua, visitei uma das raras ruas em "L" - a Marketfield St. Ali perto, estão também o prédio da Bolsa de Valores, o Museum of American Finance, a Trump Tower e tantos outros! Todos muito perto uns dos outros, com muito fluxo de pessoas na rua, o que me levou a pensar sobre o caos que deve ter sido o 11 de setembro por lá!  Ah, neste dia também visitamos a loja da Abercrombie & Fitch, que eu achei cara e não pretendo voltar, fora que não achei nada que favorecesse meu tipo físico, e isso porque estava magra quando viajei.
Fomos até o One Tower, que fica no complexo onde antes ficavam as Torres Gêmeas, e visitamos o Memorial do 11 de setembro. Não quis entrar no museu, pois já tinha ficado impressionada demais.
Em seguida, mais prédios gigantescos: estávamos no Centro Cívico. Se estiver com disposição, dá pra ir no meio de transporte mais antigo do mundo (as pernas) ou então pegar metrô. Ali fica o prédio da Suprema Corte e outros igualmente imponentes e antigos, como o da Corte de Apelação e o  Manhattan's Borough President, que eu creio que corresponderia à Prefeitura. Law and Order total!
Centro cívico.
 A rua Lafayette St. começa nas proximidades e andamos por ela até o número 199, onde abriram o Central Perk Coffe. Infelizmente, a inauguração aconteceria no dia da nossa partida, mas pelo menos peguei o lugar já caracterizado. Felizmente, a Eileen's Cheesecake é na outra quadra, e fez valer a nossa caminhada! Cheesecake com vários tipos de cobertura, deliciosos! Acho que custavam 4$ cada. Eu descobri este lugar assistindo a um programa de culinária, no qual um moço visita vários países e prova comidas típicas. Falei pra vocês que eu pesquiso pra valer antes de viajar?

Central Perk :-)
Eileen's Cheesecake, no Soho.
Uma parte das nossas escolhas por lá: blueberry e strawberry.
 Diabetes abastecido, seguimos de metrô para a Union Sq. Observamos o movimento e a feirinha e fomos até o Gramercy, bairro bem high society e muito residencial se observamos a região onde se encontra. Ali fica o Gramercy Park, parque fechado para estranhos ricos ou pobres: só entram lá os moradores da região, de posse de uma chave que só eles têm.  Mas os esquilos do parque deram  bola pra gente, fofinhos! Terminamos o passeio no final da tarde, e ainda deu tempo pra visitar a Sephora, tomar café, e zanzar sem rumo por Midtown - e fomos surpreendidos pela première da série Gotham, que estava acontecendo na Biblioteca Pública. 

Meu 'diamante' no Gramercy Park.
Première de Gotham!
Bom, por enquanto é isso. Volto logo com os últimos capítulos! ;-)

07 fevereiro, 2015

Viagem para NY - Dia 8 - St John The Divine, Lincoln Center, Rockefeller Center, Brooklyn.

O último dia da Gigi em NY  reservou altas surpresas pra gente!
Nós começamos os trabalhos deste dia a pé, já que o roteiro era nas redondezas do apartamento e fomos até a Cathedral of St. John The Divine, uma das maiores igrejas anglicanas do mundo (a disputa pelo primeiro lugar, com a Cathedral of Liverpool, é acirrada), com seus vitrais de tirar o fôlego e esculturas deslumbrantes de fênix penduradas no teto. Uma belíssima amostra do estilo gótico.

Escultura no jardim...

... e um dos animais que fugiu da arca rsrsrs.
O culto/missa estava começando e por isso não pudemos chegar perto do altar. Fiquei para ouvir o som do órgão enchendo o ambiente, ver a luz passando pelos vitrais, e admirar a grandiosidade da igreja! Em seu pátio há uma escultura lindíssima que retrata a luta do bem contra o mal. Em volta da estátua, os animaizinhos da Arca de Noé.
Cathedral of St. John The Divine, por fora...
    
... e uma das fênix em seu interior.
 Nas proximidades, há uma outra igreja, menor e muito charmosa, mas que estava fechada, e me falaram que vale a pena entrar. Espero dar sorte na próxima vez. Seguimos para a  Community Food & Juice, na Broadway, caminhada sossegada, de apenas algumas quadras para degustar um breakfast mais gourmet. Pedimos, entre outras coisas, o destaque do lugar: os ovos trufados com vegetais. Amazing!
A St. John e a Universidade de Columbia ficam numa região chamada Morningside Heights, perto do Harlem, bem tranquilo, pelo menos para andar de dia. Só uma curiosidade: no lado Upper East, essa região de transição começa bem mais ao sul. Voltando ao roteiro, uma grande falha técnica: eu fiquei conversando muito e me distraí, esqueci (sim, por mais ridículo que possa parecer) de ir até a Columbia University. E passei a uma ou duas quadras de distância. Vontade de bater a cabeça no muro, viu? Deixei também de ver a Church of Notre Dame, a duas quadras de onde passei a caminho do Morningside Park. Menos mal: esta eu nem sabia que existia. Mas a Columbia eu coloquei no roteiro e perdi de ver. Raiva master! Fazer o que, ne? Shit happens!
Enfim, a próxima parada foi o Lincoln Center e fomos até lá caminhando, sentindo o Upper West e sua cultura forte. Neste bairro fica a maior concentração de judeus de Manhattan. Então se a intenção é comprar/ver/comer comida kosher, aqui é o lugar. Acabou que o Lincoln Center não chamou muito a nossa atenção, primeiro porque fomos de dia, segundo porque estava fechado. Mas ele era caminho para o Columbus Circle, que por sua vez ficava no caminho para a Fao, que minha irmã queria conhecer. No Columbus tem vários restaurantes e lojas, dentre elas uma TJ Maxx giga, ou seja, lugar bom pra comprar mala. 
Lincoln Center
Depois da Fao, sentamos nos banquinhos em frente ao The Plaza Hotel para descansar, e comprar gravuras e fotos da cidade para enfeitar as paredes da casa. Se souber escolher as fotos, podem ser um bom presente, ou podem dar quadrinhos ótimos. Comprei 3 por 25$. No começo do intercâmbio da Gigi, ela sentou nos bancos e ficar por ali um tempinho tinha um significado especial pra ela, foi meio nostalgia.

Gigi e uma família de elefantes fofos na Fao.


Bem tranquilo até aqui, né? Espera pra ver. 
Sabe quando falam pra você rola uma manutenção em algumas linhas do metrô durante os finais de semana, e que por isso algumas linhas se  alteram e que a coisa pode ficar um pouco complicada? Pois é. Era domingo. Domingo. Nós fomos para casa de metrô (e para ir foi tudo bem), pois tínhamos de levar minha irmã para pegar o ônibus de volta para o New Hampshire. E ele saía de Midtown. Nós saímos de casa umas duas horas antes, para fazer um trajeto que normalmente fazíamos em 20, 25 minutos no máximo, e após várias estações de metrô que não estavam funcionando, finalmente conseguimos contornar a situação. Pra isso, fomos de metrô bem para o norte, no Harlem, e de lá voltamos com outro metrô para Midtown. Até chegarmos a esta conclusão, claro que rolou uma indecisão das bravas! Cheguei a pensar que minha irmã perderia o ônibus e quando nos vimos correndo com malas e sacolas e afins por 4 quadras (horizontais, people, horizontais) eu vi que a) o preparo físico não estava tão ruim ou b) o desespero te dá asas! Sei que por 5 segundos Gigi teria perdido o busão :-S 
Passado o susto e a tristeza porque não pude me despedir muito bem dela (por motivos óbvios), nós fomos ao Rockefeller Center para espairecer, passamos pela lojinha do MoMa e, depois do meu latte revigorante, fomos ao Brooklyn para pegar o skyline ao entardecer e noite adentro.

Rua do Dumbo com a Manhattan Bridge ao fundo.
Fui de coração partido, mas olha que a vista incrível deslumbra e até faz a gente quase esquecer das emoções e ansiedades passadas! Desta vez, nos descemos na estação York, e fomos andando pelo Dumbo até chegar onde a gente queria, com vistas incríveis da Manhattan Bridge a partir das ruazinhas. Tinha equipe de filmagem recolhendo os equipamentos, família fazendo ensaio fotográfico, gente passeando à toa. Fico me perguntando como deve ser morar num lugar assim. Passei em frente à Max Brenner neste trajeto, mas entre sentar pra comer e ver o sol descendo e refletindo na paisagem, eu deixei a chocolateria pra outro dia - e quebrei a cara porque não deu tempo de ir. Mas deu tempo de curtir o sunset maravilhoso na ponte e isso eu faria todos os dias se eu pudesse! 

Sunset...
... e noite no Broklyn Bridge Park: não tem preço!
Ficamos por lá até a noite, quando as luzes da ilha se acendem. É incrível, as fotos não fazem jus à beleza, mesmo porque a energia que tem ali é muito positiva! Muita gente admirando, fotografando, incrível! Dia meio tumultuado, mas faz parte, né? Creio que todo mundo já passou por uma dessas situações que, depois do susto, viram piada rsrsrs...
Volto logo com os últimos quatro dias em NY! Já quero de novo! 
;-)

Viagem para NY - Dia 07 - Brooklyn Bridge, Brooklyn Heights, Barclays e Grand Central Terminal.

O dia do passeio ao Brooklyn foi provavelmente o dia mais frio da nossa estadia em NY. Ainda assim, por ser meados de setembro, foi um clima ameno e muito agradável e, apesar de estar nublado, malhas leves foram suficientes.
Nós descemos do metrô pertinho da Brooklyn Bridge e do Centro Cívico e tomamos um breakfast reforçado em um mexicano pé-sujo arrumadinho cujo nome não lembro, mas muito estranho: a gente pedia para o cozinheiro fazer o prato e depois mostrava o prato para a cashier e ela dava o preço na hora. Diferente, né? hehe! Acho que custou uns 25$ para três pessoas, e comemos bem! Não poderia ser diferente, já que a caminhada que nos esperava era longa.
Eu já sabia que iria amar o Brooklyn. Já tinha 'andado' por aquelas ruas muitas vezes no street view do googlemaps enquanto roteirava, e já tinha namorado aquelas ruazinhas em tantas séries e filmes que nem sei dizer! O que eu não sabia era que seria o dia mais emocionante da viagem, depois do dia da chegada, claro. Eu não sabia que cairia de amores por uma ponte, e que ficaria perturbada de paixão por um skyline!
O Brooklyn em si é uma região gigante, mas os turistas costumam frequentar Williamsburg, onde acontece a famosa feirinha gastronômica e arredores, o DUMBO e o Brooklyn Heights. No começo, eu estava um pouco indecisa, mas com algumas leituras e pesquisas, já sabia o que sugerir ao marido para a nossa primeira ida a NY.
Fizemos a travessia de manhã logo depois do breakfast, para pegarmos a ponte mais vazia, e também porque li que a melhor formas de fazer fotos era pela manhã, saindo de Manhattan. Há também a opção de atravessar de barco, um tipo de táxi aquático, mas nós decidimos pelo velho hábito de camelar, e deixar a travessia por água para uma próxima vez, quando formos a Williamsburg. Questão de preferência mesmo.

Brooklyn Bridge!
 O cenário, pra mim, dispensa palavras. Durante o percurso você consegue vistas lindas de Manhattan, e também da Manhattan Bridge. Chegando no outro lado, uma das melhores visões da ilha!
Para andar por lá, basta seguir o fluxo e as placas, não tem erro. Nós seguimos para um parquinho, que estava vazio e já começando de levinho as cores do outono. Seguindo o nosso itinerário, passamos ao Brooklyn Heights, um bairro milionário, sossegado e charmoso. Arrisco a dizer que, por ali, só tinha três turistas rs. Lâmpadas a gás, casas tombadas pelo patrimônio histórico, hidrantes vermelhos e, a medida em que você se aproxima da Promenade, é possível ver o skyline de Manhattan lá no fundo. Isso justifica os janelões das casas, deve ser uma maravilha encerrar os trabalhos com as luzes de Manhattan ali, na sua janela! Seguindo para a Promenade, tivemos uma vista absurda do Skyline e da ponte. Eu não sou de recomendar muitas coisas, acho que todo mundo que vai viajar e quer ser surpreendido por algo incrível pode se prevenir pesquisando antes, mas essa é a minha dica pra quem vai pra lá.

Meados de setembro e folhas no chão... 


... skyline incrível a partir da Promenade...

... e a partir do Brooklyn Bridge Park.
Em seguida, rumamos para o Brooklyn Bridge Park, parque aos pés da ponte, mais para o sul, onde há um deque gigante de madeira, e bancos para apreciar a vista. Há também um ice cream sandwich de Oreo por 5$ que é uma loucura. Mais adiante, proximo aos bancos, um gramadão que eu imagino que ao longo da tarde deva ficar cheio de gente fazendo piquenique e lendo, com toalhas estendidas pelo chão.
Depois, mais passeio pelo Brooklyn Heights, porque sim, porque as ruas são lindas e arborizadas, porque você se sente no meio da riqueza e fica imaginando morar em uma das mansões como a que foi de Truman Capote, que foi vendida há alguns anos por vários milhões de dólares e que tem tipo uns 11 quartos.  Difícil não se surpreender com as fachadas das casas e o sossego das ruas e à, medida em que você vai se aproximando da  Montague St, histórica e linda, você percebe que nada está tão bom que não possa melhorar: a rua é um charme, cheia de lojinhas, inclusive de cosméticos, e cafés com as mesinhas na calçada! E bem nesta hora começou uma chuvinha tímida, pra me deixar ainda mais feliz. Eu amo chuva! Entramos na loja da Mac para 'reagrupar' e para descobrirmos onde as pessoas estavam comprando guarda-chuvas.
Brooklyn Heights e skyline do dia a dia para os moradores ao fundo.
 
Chuva deixando tudo ainda mais especial (e complicado rs).

Depois de curtir um tempo por ali, seguimos para a Plymouth Church of the Pilgrims, que foi usada como hotel em Poderoso Chefão. A região ali perto também é muito bonitinha e interessante, você  está na parte turística do Brooklyn mas sem encontrar tantos turistas na rua, e não é perigoso. Lá pelas tantas, a chuva engrossou e eu me arrependi de não ter um tênis impermeável. Mas nada que estragasse o passeio.

Aguaceiro e portão da Plymouth Church: tem como não amar?
 Pegamos o metrô  e descemos na estação em frente ao Barclays Center (estádio do Jay-Z) onde tem vários comércios, um Shake Shack e a Target, that was our target. Tirando isso, não achei nada demais esta região, já é uma parte não tão charmosa do Brooklyn, e não sei se voltaria. Vale pelos bons preços da Target, mais amigáveis que em vários estabelecimentos de Manhattan, e pelo Barclays, com sua arquitetura diferentona. É o tipo de lugar que você visita uma vez e já pode tirar da lista.
Fizemos nossas  compras de mercado, incluindo Dorito's grandão por menos de 2$, Nutella de 1 kg por 7,99$ e cereais diversos. Tem de tudo na Target, desde cartões de aniversário até maquiagem, passando por toda a parte de supermercado mesmo, mas eu não gastei muito tempo aqui.  Na volta, pegamos o metrô errado, e entramos mais ainda no bairro, e aí sim eu senti um pouco de medo, já que não me pareceu haver outros turistas por ali e as caras não eram lá muito amigáveis. Percebido o erro, pulamos na estação e tomamos logo um metrô sentido Manhattan.

Barclays com chuva...

... a famosa Grand Central Station...

... Panera Bread...

... e petiscos de algas que achei na Target.
 Encerramos o passeio no Grand Central Terminal, very grand and very central, eu fiquei um pouco perdida ali, apesar de ter passado por lá diversas vezes. A estação é gigantesca tem várias lojas e restaurantes e espero um dia voltar para explorar tudo com calma e entender a logística da coisa. Passeamos um pouco em Midtown, sem muita pressa,  carregando já um peso extra por causada Target, e passamos pela Times Sq e Broadway e por suas luzes, again.  Mas nunca fica chato!NY tem opções para todos os gostos, todos os perfis. Vale demais a pena e eu curti muito escrever este post pois foi um dia especial para mim.
O relato está acabando, só mais 5 dias. Na velocidade que estou conseguindo fazer, termino até o final do ano rsrsrs... Até breve!

21 janeiro, 2015

Viagem para NY - Dia 6 - High Line, Chelsea Marketplace, West Village e Midtown

Bom dia!
E por falar em bom dia, ninguém (da minha classe social, claro, e só posso falar daquilo que conheço haha) gasta o que gasta pra dormir até tarde em NY.  Tomamos um bom café da manhã em casa, e pegamos o metrô com destino ao High Line.
Algumas de nossas comprinhas do Whole Foods. Um salve especial para as framboesas frescas e para o iogurte grego delicioso!
 Nossa sorte foi ter chegado bem cedo, pois à medida em que fizemos o percurso, percebemos que mais gente apareceu, mas também nada muito crítico. Não sei dizer como é ao longo do dia,  mas pra fotografar é melhor ir antes das 9 horas ou então à tardinha. E saibam que em setembro o sol do meio dia não perdoa. Poderia ter bolado este roteiro de várias formas, esta região que fizemos permite começar por vários lugares, e cada um pode começar como achar melhor. Uma idéia é começar pelo Chelsea Marketplace, a antiga fábrica da Nabisco que hoje é um mercado muito legal, e quem sabe tomar café por lá. Mas aí você vai pegar uma luz mais complicada no High Line. Talvez seja uma boa opção para o inverno, né?

O High Line só pra gente...
... e uma vista linda a partir do parque.
Percorremos boa parte do High Line - há vários acessos para este parque suspenso, basta observar ou mesmo perguntar - e descemos nas proximidades do Chelsea Marketplace. Eu adorei este mercado! Ele não é muito grande, mas oferece opções interessantes e de qualidade, de peixes e frutos do mar a temperos lindos expostos em bacias de alumínio.

 
Delicias do Chelsea Marketplace: petiscos diversos, cupcakes e temperos na vitrine!
  Compramos petiscos deliciosos (cuidado com as opções apimentadas) e algumas coisas na deli, que tinha até um pão de queijo - mas o nosso ainda é melhor, rá! Tudo muito bonito, de encher os olhos! Nós estávamos de olho numa Starbucks linda que fica do outro lado da rua, então fomos até lá para completar o lanche!
Almond french toast e a bebida de abóbora no Starbucks.
  Agora, nesta ordem, seguimos para o West Village: fomos à Magnólia Bakery, do seriado Sex and the City, e fomos aproveitando algumas das ruas mais interessantes da viagem. Casa de fazenda cuja fachada foi preservada, condomínios fechados em plena Manhattan, o passeio vale por si só! E aqui deixo a dica de um site que achei por aí, e que me ajudou demais quando estava roteirando: Scoutingny.com. E chegamos onde a gente queria: o prédio cuja fachada foi usada na série Friends, na Grove St com a Bedford St. Algumas quadras, e chegamos à rua onde a Carrie 'morava', uma das ruas mais sensacionais que eu vi nesta viagem!
Casa da fazenda, agora é casa da cidade,...
...um dos prédios mais conhecidos do mundo, ...

... a rua gracinha da Carrie...
... e o chaveiro onde foram gravadas cenas de Matrix.
 Depois, eu quis passar em frente à Greenwich Locksmiths, um chaveiro onde foram rodadas umas cenas de Matrix, aproveitando que o marido curte o filme. A loja é pequenininha e toda decorada com chaves do lado de fora, que estavam já enferrujadas quando a gente foi. Pertinho dali fica o McKittrick Hotel, onde acontece o Sleep No More. Seguimos para o LimeLight Market, antiga igreja que foi reformada e agora é loja, e passamos em uma loja que eu amei, e onde comprei mimos para casa e meus macarrões de Halloween: Williams-Sonoma. Foi aqui, também, que montamos um kit de bicos de confeitar para a minha mãe. Loja perfeita, daquelas que você entra e quer comprar tudo, e atendimento perfeito!

Macarrão de Halloween!
O almoço, já no meio da tarde, foi no Red Lobster e depois tiramos um tempinho para sentar no Bryant Park e fotografar a Biblioteca Pública. Quando começou a escurecer, fomos andando e passando em algumas lojas de Midtown, já a caminho de casa. Meu marido quis entrar na loja da NHL e levamos minha irmã pra rever a Times Sq.

Red Lobster.
 E assim termina meu relato de um dos dias mais perfeitos na Big City! Demais!!


Viagem para NY - dia 5 - Jersey Garden's + Gigi chegou!!

Imagino que todos pensem do mesmo jeito sobre uma coisa: o dia de encontrar alguém que você ama, na cidade que você amava antes mesmo de conhecer, é muito aguardado e ficará na memória. Fiz muita coisa neste dia, mas sempre buscando não perder o foco, porque o que eu mais queria era que a noite chegasse logo, já que a minha irmã, que mora nos EUA a quase dois anos, chegaria para passar alguns dias com a gente por lá. 
Mas calma que ainda tinha um dia quase inteiro no Jersey Garden's! 

Nós saímos de Port Authority - pegamos o bus da linha 115, que nos deixou na porta do outlet. Chegando lá, é aquela coisa:  mostra o passaporte, pega o livrinho de descontos e as cautelas de praxe e todo mundo já sabe o que fazer :-) 
Nós pegamos o outlet quase vazio, já que chegamos lá  bem cedinho. Não vou entrar muito em detalhes, já que a lista de compras é muito particular, só vou dizer o que já falei num post anterior, e é dica pras meninas ou pra quem vai presentear: não achei, aqui também, rasteirinhas ou sapatilhas que superem as nossas brasileiras. Talvez outros tenham conseguido, mas não foi o meu caso. O mesmo para roupas de cama. Tirando isso, ficamos das 10:30 a.m às 16 p.m por lá, e enchemos uma mala.  E eu digo para comprar mala antes de ir, porque não curti muito os preços das malas no outlet. A não ser que você queira muito uma mala para outras viagens e esteja mesmo a fim, mas ainda assim eu sugiro que dê uma olhadinha nas TJ Maxx de Manhattan antes. A nossa mala é a maior da marca Lucas, pagamos 69$ na TJ Maxx, e depois vendi para uma amiga que estava indo de mudança para os EUA.
Sobre as compras no Jersey Garden's, achei que os preços no geral compensam bastante, com algumas exceções. Eu gostei muito das lojas da CK, MK, e Levi's. Meu marido fez boas compras na Tommy, na Nautica e na Nike. Na Levi's, tem como saber a medida do comprimento da sua calça, pra não precisar fazer a barra depois. Mas pesquise antes de chegar lá, pois eu não fiz isso e tive de descobrir na raça, na hora, e com fila no provador. Comprando acima de duas unidades, paguei 39$ por calça jeans (feminina ou masculina) e, comprando a partir de três unidades, 16$ por camiseta masculina. A loja não é muito grande, mas tem muita coisa bonita! Idem para os preços da Calvin Klein, tinha bolsa por 35$, além de uma infinidade de roupas, boa parte é breguinha, mas pesquisando bem nós fizemos ótimos achados. Esta marca tem mais de uma loja no outlet, inclusive uma de bolsas no piso superior.  Na Michael Kors as bolsas começavam em $125 e tinha carteiras maravilhosas por $75. 

Acho que o tempo que ficamos lá foi suficiente. Para voltar, pegamos o ônibus que passa próximo à porta do shopping, mas não espere na porta, ok? Tinha bastante gente por ali, mas o ônibus passa no ponto mesmo, alguns metros adiante. Fizemos toooodo o caminho de volta, andamos com uma mala cheia e nos sentimos seguros em todo o caminho. Eu não sei vocês, mas jamais arriscaria o mesmo em Campinas. Eu ainda tinha de encontrar minha irmã, mas sabia que ela estava vindo cheia de malas, então corremos pra deixar a malona de compras em casa. Dica: para não chamar atenção, a gente nunca colocava as multidões de sacolas e papéis de compras no lixo do prédio. Fizemos isso apenas no último dia, quando descemos com as malas pra voltar pra casa. 

Eu encontrei minha irmã próximo à Livraria Pública e ao prédio da Chrysler, e foi muito legal! Estava com muita saudade, e um terceiro elemento que fala inglês fluente fez muito bem pra gente! Pertinho dali, entramos em uma deli ou pizzaria para comer alguma coisa, e foi muito agradável! Os pedaços de pizza custavam 7$, eram generosos e caprichados, mas tem outras opções também. A Angélica (Gigi) já tinha visitado NY outras duas vezes, já estava bem ambientada e super à vontade por lá, e foi nossa sorte deixar a mala em casa antes, porque a bichinha veio do New Hampshire bem carregada! E trouxe mapple syrup do Vermont :-)



A Gigi foi de Hanover - NH para NY de ônibus pela empresa Dartmouth Coach, e o trajeto custou 149$ ida e volta e levou aproximadamente 5 horas. Não tem este ônibus todos os dias, mas acredito que tenha pelo menos umas 3 vezes por semana. Ela me contou que tem executive seating, conference area, WiFi, maquina de café e snack bar com frutas, granola mix, salgadinhos, etc. e disse que o ônibus é melhor do que todos os aviões a bordo dos quais já viajou.

Cheers! Brinde com a cerveja favorita da sis. Em época de Halloween, tem Blue Moon sabor pumpkin também!
 Obrigada por lerem meu relato, que vai ficar aqui registrado pra reforçar os acertos e evitar que eu cometa alguns erros na próxima viagem! Se, nesse meio tempo, servir de ajuda pra alguém, ótimo!
;-)

20 janeiro, 2015

Viagem para NY - Dia 4 - Central Park, Upper East Side, Fao Schwarz e arredores, Sleep No More

Oi gentem!!
O roteiro de hoje já começa com duas dicas: não subestime o tamanho do CP e o poder de suas trilhas sinuosas, a não ser que você tenha um bom senso de orientação e já tenha passado por lá antes! E também, compre framboesas in natura, e tome no seu breakfast com o iogurte grego deles, maravilhoso!


Era assim que eu começava e acabava meus dias de UW sider!

Pois é!
Neste dia, nós tomamos nosso café da manhã no apto mesmo e saímos de casa bem cedo, com destino ao UES, e para isso fizemos uma travessia pelo CP, na altura da 86th - pelo menos até onde eu lembro, e era isso que estava no roteiro. O fato é que a gente sofreu um pouquinho pra 'atravessar' o parque, mas ok, porque ele é lindo e porque, assim, vi paisagens maravilhosas logo cedo, e ele fazia parte do roteiro! Muito verde, muita gente correndo, muita  gente sarada (que inferno, me tirem daqui rs)... os new yorkers amam mesmo aquele parque! Pela época em que fomos, peguei as folhas começaaaaando a amarelar, mas era tão comecinho que nem chamava a atenção. A nossa meta, no outro lado, era sair na altura do Museum of the city of NY (cuja fachada foi usada para ser a escola Constance de Gossip Girl) e desceríamos a Museum Mile em direção ao Guggenhain, mas pelas voltas que fizemos dentro do parque, acho saímos mais ao sul e decidimos não retornar.

Jackie Kennedy Lake

Não sei o nome deste lago, mas sei que é lindo!

Nós seguimos em direção ao norte da ilha, 'costurando' entre a 5the Ave e a 1th Ave em alguns pontos. Acabou que não achei a casa da Blair, o que o dinheiro e o poder podem proporcionar já que estamos falando de um dos pontos mais ricos de Manhattan. Vi casas lindas, ruas arborizadas e tranquilas, passei em frente ao Shake Shack da East 86th Street, que estava fechado, e conforme fomos seguindo ao norte, começamos a achar várias farmácias Duane e Wallgreens, na minha opinião as mais 'recheadas' de Manhattan. Já arrumei uns quilos pro Fer carregar por ali mesmo, e até uma Lay's de capuccino, que complementou nosso breakfast. Até a cashier ficou admirada da nossa escolha rs.

Sabores inusitados no UES

Andamos bastante, sempre na mesma direção. Fomos ao David's Tea, que já é mais ao norte e pode ser um bom lugar para comprar uma recordação de NY, pois eles tem mugs lindas lá! Eu aproveitei e comprei vários chás a granel, e de latinha também. Passei também pela Sabon, uma loja fofa de sabonetes, fragrâncias e o que mais você imaginar, e tantas lojas por ali! Eu não sei quanto às pessoas que foram pra NY mais de uma vez, mas eu achei esta região muito bonita, perto do burburinho mas ainda com algumas surpresas boas para os olhos e ruas um pouco mais tranquilas, fachadas interessantes, eu curto estas coisas. Comemos hot dog comprado nos carrinhos de rua mesmo, e foi assim que eu decidi que prefiro o nosso hot dog brasileiro com purê de batata e muito molho e batata palha por cima.

Fomos também à Baked By Melissa para comprar mini cupcakes, não sei até agora se gosto ou desgosto, mas como comprei pra provar, está valendo! Seguindo o caminho para o diabetes, paramos na Dylan's Candy, que fica ali perto. A loja, que tem cheiro de doce e é cheia de doce e tem uma escada decorada com doces, estava relativamente vazia, assim pudemos olhar tudo tranquilamente e fazer nossas comprinhas. Ironicamente, o preço é um pouquinho salgado rs...eu me diverti, porque tem muitas opções de gomas!


Nossas escolhas na Baked By Melissa.

Dylan's Candy: se os doces estiverem organizados por cor, eu gosto mais ainda! rs

Na mesma loja, sangue do tipo B...

... mas aqui o banco de sangue é variado e tem para os zumbis também!
 Neste dia, aproveitamos para dar uma espiada na loja da Apple, que estava lotada, e entramos na Fao Schwarz, passamos em frente à Radio City Music Hall, e fomos fazer uma refeição gordurosa no KFC. Eu já conhecia porque fui na KFC do Rio de Janeiro. Estava com muita fome e aquele frango crispy me parecia a primeira maravilha do mundo gastronômico, mas depois a refeição pesa um pouco. Não irei de novo, apesar de ser bem econômico. O baldão que serve umas 4 pessoas com todos os acompanhamentos custou cerca de 22$.
Depois, voltamos pra casa - e aqui vocês observam que a gente fez valer aquele passe ilimitado de metrô, né? Mas ainda não era hora de descansar - e bem que nossas pernas pediam por descanso! Dia de Sleep No More, bebê!
Bom, a gente ainda não conhecia o Chelsea, mas metemos as caras para achar McKittrick Hotel, hotel antigo que foi reformado para servir de cenário para o espetáculo. Esta é uma peça off-off Broadway, interativa (e um ator interagiu comigo X-), ideal pra quem, como eu, não tem lá muita preferência por musicais em geral ou só está a fim de fazer algo diferente.  
A fila se forma na rua, se você marcar com um grupo chegue junto com ele, porque o segurança não deixa furar a fila de jeito nenhum. Achei um lugar pra  viver, longe dos fura-filas rs. Quando você entra, recebe a famosa carta de baralho que vai separar os grupos para entrar no elevador, e a máscara que vai esconder seu rosto durante a sua estadia por lá. E o espetáculo já começa no elevador. Eu ganhei carta diferente da do marido, mas decidimos blefar e entrar juntos, porque já tinha lido que o lugar é um labirinto, seria difícil encontrar com alguém lá, e com máscara então, boa sorte! Eu aconselho a entrar no primeiro horário, pois o lugar ainda está mais vazio, dá pra ver melhor os detalhes, pois à medida que os grupos vão entrando, vai ficando mais cheio e em algumas das principais cenas, pode ser um pouco tenso.
A história, baseada em Macbeth, é toda 'quebrada' e vai acontecendo em diferentes cômodos ao mesmo tempo, mas nem todas as salas comportam atuação: servem apenas de cenário. Para 'construir' uma sequência, basta seguir os atores que passam pela gente, bem apressados. Provavelmente você não irá entender a série cronológica da coisa, mas no final juntará algumas peças e saberá pelo menos uma parte dela. Poucas cenas envolvem fala, a comunicação é mais cênica mesmo, e muitas delas envolvem dança. Mas se prepare para dar aquele pulo de susto quando o ator gritar bem atrás de você. O cenário é macabro, mas não chega a ser assustador. Os valores variam de 80$ a 100$ dependendo do dia da semana e horário, basta conferir no site deles. Nós ficamos umas 3 horas e meia por ali, e só na últimos 40 minutos posso dizer que já estava muito cansada, talvez por ter andado tanto ao longo do dia. Estas andanças todas tiram um pouco do nosso pique, então não reservei lugar no bar para depois do espetáculo - esta reserva é feita ao comprar o ingresso pelo site, e paga a mais por isso, mas mesmo assim pedi um martini no balcão, e a energia ali é muito legal, como se a gente tivesse voltado no tempo, no comecinho do século passado. Sei que depois de quase quatro horas andando lá dentro e sem comer nada, aquele martini foi direto pra cabeça e eu saí beeeem feliz pelas ruas do Chelsea! 

Estilo anonymous pelas ruas do Chelsea.
E aí estava tão animada que quase nem tirei fotos nas ruas. Este espetáculo é uma experiência e tanto, indico SUPER mas com a ressalva de que se informem antes pra ver se tem a ver com o perfil do interessado.  Somente para adultos, não pode entrar com bolsa, não pode fotografar, nem usar celular, pode carregar só o que couber no bolso. Você estará lá e não poderá mandar aquela selfie, mas valerá a pena! #taizaironica #deixemocelulardelado
Depois, metrô, cama, porque 'amanhã' tem Jersey Garden's!
Amanhã tem mais! See you!