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Um espaço para falarmos daquilo que nos deixa felizes, aquelas coisinhas que melhoram o nosso humor num dia azedo.Maquiagem, culinária, viagens, bem estar, livros. Escolha um lugarzinho bem confortável no sofá, que assunto não há de faltar!

02 novembro, 2011

Um papelzinho dumal!

Olá, estou muito muito resfriada/gripada/etc, mas hoje eu me sinto melhor e habilitada a contar o que aconteceu comigo no free shop. Fizemos várias 'notas mentais', do que fazer ou não fazer, mas não lembro mais haha... brincadeirinha! 
O fato que me deixou passada foi que o no free shop da ida, não tinha quase nada, como eu havia sido alertada. Mas gordo que é gordo aproveita a desculpa da viagem pra siacabar numas barras de chocolate. Dos vários itens que eu queria da Mac, consegui três, apenas. 
Na Colombia não tinha free shop na chegada, mas o da saída eu achei bem abastecido e muito organizado, além de ser mais barato que o do Brasil. Chegamos com um pouco de tempo, então fomos comer no Crepes & Waffles do aeroporto mesmo, e fiquei passada com a delícia da comida de lá. Mas isso é assunto pra outro post. O fato é que comemos lá no C&W, e saímos ainda com tempo de se divertir comprando sem deixar as calças depois, na hora de pagar a fatura, pelo abuso de impostos. 
Na hora de achar a tal lista (bem esta, que fiquei horas fazendo), quem disse que consegui encontra-la? Fiquei mais ou menos assim:

Pai amado, por que as coisas se escondem de mim quando eu mais preciso delas?!?
 Aarrrrgh, vontade de sair correndo e gritando no meio das lojas (o free shop de lá é diferente, é como se fossem várias lojas uma ao lado da outra, não necessariamente cada uma de uma marca). Mas tudo bem. Confiei na minha cabeça e comprei algumas coisas, depois descobri que confiei demais na minha (falta de) capacidade de lembrar de itens de uma lista. E aconteceu também, que, o meu tempo se esgotou, e praticamente tive de ir correndo pro avião. Não sei como isso foi acontecer, mas acho que quando a gente está se divertindo o tempo passa mais rápido, né? Esta é a minha 'tiuria' haha... Mas eu gostei muito do atendimento deles, a menina da Mac era um docinho, muito prestativa e não media esforços em pegar as coisas que eu ia pedindo. Foi a minha melhor decisão, comprar Mac lá na loja da Colombia ainda, tanto por ser mais barato (em alguns produtos a diferença era de 2 dolares), como por ter muuuuita coisa, e pela simpatia da atendente. E se não tivesse comprado lá, teria me dado mal.
Depois de 5 horas e meia, chegamos ao Brasil, e aí eu pude comprar algumas coisas no Duty Free maior. Chegamos às 3 da matina, achei o lugar bagunçado e quase sem atendentes àquela hora, a loja da Mac estava fechada. Até consegui um demaquilante que um moço funcionário do free shop pegou pra mim, mas quando pedi outros produtos para uma atendente, ela me falou que não poderia me ajudar naquela loja em especial, pois tudo estava guardado e ela não sabia onde as coisas ficavam.
Fiquei decepcionada, pois queria dar mais uma olhada, mas ao mesmo tempo aliviada por não ter deixado tudo pra última hora. E, apesar de não ter encontrado a minha listinha, eu já aprendi muito com as coisas que me acontecem, e uma das coisas que aprendi é nunca deixar nada pra última hora. Podendo resolver, resolvo na hora! 
Acho que a loja estava em reforma,  com gente subindo nas escadas no meio de tudo, carrinhos (cheios) de reposição abandonados nos corredores, e não encontrei várias coisas que eu queria ou precisava. Meu marido me deu uma ajudinha e conseguiu encontrar a tal lista, e usei somente para conferir se ainda faltava alguma coisa. Só não pude comprar aquilo que não tinha na loja, mesmo. De resto, estava tudo na minha cabeça, mesmo. 
Ajudei o marido a comprar um perfume pra ele, e algumas bebidas que a gente queria, e outra surpresa: a reserva que meu marido fez, simplesmente 'sumiu'. Os moços não conseguiam encontrar de jeito nenhum, e ficamos um bom tempo parados no caixa esperando. No fim, encontraram algumas coisas na loja mesmo, e como pedido de desculpas nos deram vários brindes :-)
E também valeu como agradecimento por a gente não ter dado xilique. Vi um cara muito estressado lá, por nada, e pensei: como podem viajar e voltar estressados de uma viagem?! Viajar é tão bom, a gente volta tão relax, que não consigo entender gente dando piti no Duty Free haha...
Acho que é isso. Agora estou com um bom estoque de cosméticos até a nossa próxima viagem. Eu estou lutando pra não abrir meus hidratantes corporais novos, pois tenho uns 5 em uso e queria terminar estes primeiro.
Beijos e vejo vocês nos comentários.

25 outubro, 2011

Teste #1: Packing!

Olá pra todo mundo :-)

O post de hoje vai sem foto, porque eu me recuso a fotografar a bagunça que está em cima da minha cama neste momento! Ninguém merece ver aquilo, certamente quem é mais organizado ou maníaco por limpeza ficaria depressivo só de ver a foto!
Mas não consigo fazer diferente. Toda vez que eu vou viajar, eu tiro quase todas as roupas do armário, aí começo tirando as que eu acho que não tem nada a ver com a ocasião, e vou fazendo eliminatórias, sucessivamente, até o ponto em que eu acho que tenho tudo de que preciso e que vou ter boas combinações carregando pouco peso na mala (o permitido em viagens para países do América do Sul são 23 kg). Se, ao colocar na mala, todas as peças ocuparem o espaço ou a excederem o peso permitido, a roupa que sai é a que eu menos gosto, que eu sempre levo as preferidas comigo hehe...
Sobre o clima, faz mais frio em Bogotá do que aqui por conta da altitude e geografia, e chove com frequência no período entre outubro e novembro. Ou seja: bota na mala e papatinhos fechados! Não queremos que a água entre, molhe os dedos e nos pegue desprevenidos, né? 
No mais, dois jeans e uma legging, e blusinhas, casaquinhos, e um casaco mais pesado caso o frio resolva ficar intenso. 
Mas fazer mala eu acho divertido, apesar da bagunça que eu faço! 
Querem saber uma coisa que não é divertida? Fazer mala com sinusite das bravas! 
E também não é divertido descobrir que você se empenhou demais e que, na última hora, aparecem coisas que você deixou pra trás ou esqueceu. Eu agora estou me arrependendo porque poderia ter comprado outro casaco antes de o inverno acabar, mas fiquei enrolando e agora vejo que tem uma lacuna no meu armário. Mas tudo bem, faz parte, da próxima vez eu prometo ficar mais esperta!

Bjs!

21 outubro, 2011

Wishlist

Oi, gentem!

Quem me conhece sabe da minha doença por maquiagem, do meu sonho (agora meio adormecido) de ser maquiadora, e da minha tara por uma vitrine cheia de cosméticos. Eu morro e vivo de novo quando vejo todos aqueles frascos juntos!
Para a nossa viagem pra Bogotá, eu gastei umas boas horas organizando uma wishlist, tenho certeza de que me será muito útil já que a memória não é, definitivamente, o meu ponto forte. No começo, foi uma bagunça, eu acompanho vários blogs de beleza e afins, e fui colocando tudo num bloquinho, conforme ia lembrando ou vendo coisas interessantes. Em alguns momentos estava tudo tão misturado que eu nem sabia mais por onde começar. Mas foi assim, com muito rabisco, que eu organizei muita coisa, e desta vez eu me empenhei na brincadeira da organização! Procurei respeitar muito a cota de 10 produtos de perfumaria por pessoa, e usei também a cota do marido, já que vou trazer umas coisinhas prazamiga. O lance da cota é meio desanimador, mas só assim pra eu não torrar todas as minhas bordoégas em cosméticos! 


Depois eu fiz um apanhado geral de todos os rabiscos do mundo bloco, e digitei tudo, fazendo as alterações necessárias de última hora. A organização foi assim: fiz uma lista guia (isso existe?), das coisas e das quantidades que eu queria. Em seguida, as opções separadas por marca, tudo com produtos sobre os quais eu gastei mais um tanto de horas pesquisando, pegando dicas com amigas, etc. As coisas não tão urgentes foram destacadas com asteriscos, e só comprarei se não mudar de idéia, ou se perceber que realmente compensam. Pra saber se compensam ou não eu anotei todos os preços aos quais tive acesso antes de viajar, em reaus (em sites de cosméticos) e em dólares (preço do Duty Free). E a palavra aqui é 'lembrar': é muita coisa pra minha cabeça, não dá pra confiar na memória fotográfica que eu não tenho, né? O que for mais barato ou não der tanta diferença de preço, eu posso comprar no Brasil quando voltar.
Quando eu voltar, aviso se a listinha funcionou ou se foram horas parcialmente perdidas. Não digo completamente perdidas, porque valerão, no mínimo, pela diversão. Planejar viagem é algo que me encanta, e planejar lista de compras é uma das melhores partes!
Quando vocês lerem isto, eu já estarei viajando :-)
Depois venho contar tudinho aqui. 
Beijos e vejo vocês nos comentários! 

19 outubro, 2011

1808 e 1822 - nunca julgue um livro pela capa (ou pelo título)

Olá!

Hoje eu quero dividir uma dica de leitura, e esta vai pra quem gosta de História. Na verdade, não é só pra quem gosta, qualquer pessoa pode desfrutar uma boa leitura e, no melhor estilo 'descansando enquanto carrega pedras', aprender sobre o nosso país, não? E trata-se de dois livros: 1808 e 1822, de Laurentino Gomes.
Minha irmã, que é estudante de Letras, me indicou esta leitura, pois meu marido e eu gostamos muito de História e afins, e a leitura foi uma grata surpresa. A gente já tinha adquirido o livro 1808 quando soubemos que o autor estaria na Saraiva para o lançamento do segundo livro em uma noite de autógrafos / bate papo com os fãs e leitores. Quando soubemos disso, não perdemos tempo, compramos mais dois exemplares do 1822 (um foi presente pra minha irmã) e corremos para o evento, que foi bem legal!
A narrativa trata de acontecimentos reais, frutos de muita pesquisa, porém fugindo da linguagem rebuscada e, muitas vezes, complicada, que os livros do gênero usam, e por isso nos facilita a leitura. Ambos os livros são grossos (1808 tem 346 páginas e o 1822, tem 327), mas a leitura flui muito e rende, posso dizer que é o livro de História mais agradável que eu já li na vida. Incrível o autor saber tanto, pesquisar tanto, e ao mesmo tempo conseguir transcrever de forma a atingir o maior público possível. Talvez pelo fato de ele ser jornalista, consiga passar as informações de um jeito que a gente entenda já na primeira leitura, sem a necessidade de um dicionário por perto. E sem falar que o livro tem trechos cômicos: em algumas partes da leitura, acho que eu tinha até um sorriso bobo no rosto (imaginem a cena da doida lendo e dando risadinha), parece que a narração nos transporta ao século passado, e conseguimos entender praticamente tudo e até 'fazer um esboço mental' de como seria a vida naquela época. Eu me surpreendo soltando a imaginação durate as leituras...  

Aqui, as informações que vêm nas capas de cada um dos livros:
1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil.

Pergunta: identificamos, ou conhecemos, ou vemos na mídia algo que nos lembre a tal 'corte corrupta' ? 
Não, não precisam responder. É retórica. 

1822 - Como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil - um país que tinha tudo para dar errado.

O primeiro fala da vinda da família real para o Brasil, e até da viagem em alto mar, e narra sobre alguns eventos e personagens de alguns países da Europa, e o segundo pincela estes assuntos mais de leve, e se foca nos eventos nacionais da nossa Nação Tupiniquim.

Pergunta: Se tinha tudo pra dar errado desde o início, pode-se até dizer que, aos trancos e barrancos, a coisa foi se encaminhando do jeito que deu, não? Até dá pra imaginar como as coisas estão do jeito que estão, pra mim, pelo menos, ficou muito mais claro de pois desta leitura.

Abaixo, um trecho do primeiro livro, que fala de um costume específico de D. João. Quem quiser saber do que se trata, vai precisar ler o livro, não vou estragar a surpresa haha...

'Cumprida esta etapa, D. João retomava o passeio, até chegar a hora da merenda. Além da comida guardada no alforje do moço de cavalariça, o rei levava também um estoque extra de galinhas assadas e deossadas. Guardava os pedaços na algibeira do seu casacão encardido e ia comendo enquanto contemplava a paisagem ou parava para conversar com as pessoas que o saudavam  pelo caminho (...)'

Dá pra ter uma idéia da leitura, né?
Eu adorei! Não dispenso informações históricas e gosto muito de ler, apesar de achar que a minha memória está cada vez pior, já que, normalmente, eu termino de ler um livro hoje e na semana que vem provavelmente não lembrarei de muitos de talhes; depois de três meses, é provável que eu não lembre nem dos nomes das figuras principais, mas consigo dizer sobre o que era o livro. Meu marido é um leitor mais ávido e eu acho que tem mais facilidade para lembrar dos detalhes. Em nossas viagens, eu curto demais visitar os lugares ditos 'históricos', fico até emocionada (por dentro, claro haha) de pisar num solo onde tanta gente já pisou, por tantos anos, carregando e construindo a história do lugar e, muitas vezes, influenciando a de outros lugares também.

Alguém já leu? Gostou?

Vai lá nos comentários ;-)

Beijos!

13 outubro, 2011

Comprinhas às vésperas do Dia da Criança

Simmm, mesmo não presenteando nenhuma criança da família, eu me aventurei pela 13 de Maio às vésperas do feriado. O lugar estava um tumulto na segunda-feira, quando eu passei pra dar uma averiguada geral nas vitrines. No dia seguinte, eu fui mais esperta e cheguei por lá mais cedo, por volta das 13:30 hrs. Quando  estou com tempo (leia-se: quando não estou estudando pra concurso) eu gosto de fazer um 'reconhecimento de campo' antes de fazer as compras propriamente ditas. Eu também gosto de chegar na loja já sabendo mais ou menos o que levar, qual peça me favorece e qual peça devo evitar... e em todas as vezes em que decidi fazer diferente, eu geralmente me arrependi de pelo menos uma das minhas compras. Mas também já comprei muito por impulso, só que ver depois as coisas encostadas no armário, sem uso, me deixa um tanto chateada.
E encarar o centrão de Campinas em dias, assim, tumultuados por conta de algum feriado, é uma aventura, e isso sem mencionar o calor! Rola toda uma 'caracterização',  pra não chamar a atenção, pra não ostentar nada, a gente faz de tudo pra evitar assalto... falo por mim, que sou a pessoa mais medrosa do mundo.

Agora vamos aos fatos e às fotos:

Primeiro, devo confessar que eu odiava espadrilhas, de todo o meu coração. Pois não é que o ódio virou amor? No dia, eu fiquei em dúvida entre esta e uma azul, da mesma marca, mas achei que esta, por ser mais neutra (bege), deixou meus pés mais delicados (missão impossível detected!) e fica mais fácil compor o look. Tem outras lindinhas de amarração no tornozelo, mas eu acho que não favorece o meu tipo físico. A que comprei é da Bottero, mas vi também da Desmond e são lindas! Nas vitrines, o que todo mundo aqui já sabe: muito salto anabela!



Eu precisava também de um calçado básico e confortável para viajar. E encontrei este modelo de sapatilha, que é linda, tem preço acessível e calça muito bem:

É 'Morte e Assopra by Bottero', e tem de muitas cores! A cor não está fiel na foto, mas é um verde militar claro. Aliás, opções não faltam: vi em várias cores: preta, vermelha, amarela, camel (quaaaaaaaase comprei, tendênciam!), bege, azul marinho, rosa... Detalhe: em nenhuma loja tinha todas as cores disponíveis, como eu visitei várias lojas, percebi a variedade de cores do modelinho. 

E agora minha comprinha de algumas semanas atrás:

Quando eu vi este sapato numa banca de promoção do Shopping, corri lá e iria compra-lo nem que ele fosse um número maior do que o meu pé. Foi amor à primeira vista, e na hora em que calcei, eu já queria usa-lo pra correr, de tão confortável. A importância do conforto do calçado é diretamente proporcional aos problemas que a gente tem nos pés, e cada um sabe onde lhe aperta o sapato, literalmente! Era exatamente do meu número, o último que estava ali, foi pegar e passar no caixa pra pagar! Não vou ficar contando preço das coisas no blog, mas este eu tenho de partilhar: 60 bordoégas*! Achei que ele tem ares de classudo!
É da Bottero também. Comprei os últimos sapatos desta marca, mas não foi de propósito. Fui gostando dos calçados e comprando de acordo com o design e conforto, sem me prender  a este detalhe de marca.

*bordoégas - nome popular de uma plantinha rasteira de  folhas gordinhas, q eu e minha irmã, quando éramos criança, usávamos como 'dinheirinho'. 

Beijos e vejo vocês nos comentários!

26 setembro, 2011

S2 + Eu = 57 kg a menos.

Que felicidade, people! Agora vou explicar a matemática acima hahahahaha...

E pufavô não me matem, mas eu nunca tinha parado pra fazer esta soma e pensar que, numa foto nossa, juntos, no começo do ano, aparecia o equivalente a uma pessoa  'a mais'. E uma pessoa de estatura mediana, já que  57 kg era o meu peso ao entrar na faculdade, em dois mil e versão do TCC em dvd regravável!

Eu realmente não me conformo de não ter anotado as minhas medidas no começo da dieta, para comparar com as atuais, então fica a dica! Se bem que, com a minha cabeça/memória do jeito que anda, eu já teria perdido o bloco com as anotações, e já estaria procurando por ele loucamente no meio da minha bagunça.

Uma coisa boa pra mim: eu atingi o peso que eu queria,  e me peso ainda todas as semanas. Ultimamente tenho me permitido alguns 'brindes' que muitos consideram pecados gastronômicos, mas de vez em quando eu não vejo problema, e como faço check up no mínimo (sim, no mínimo) uma vez por ano, vai dar pra detectar se a minha alimentação está me prejudicando. Eu sempre comi coisas saudáveis, sou fã de saladas, frutas, legumes, sucos naturais, feijão... como brócolis, couve-de-bruxelas,  se deixar por minha conta, mato uma tigela gigante de escarola. Acho que só não sou fã de jiló. E não como salsão e côco. O problema era o que eu comia junto ou nos intervalos das refeições...

Acho que já me 'eduquei', mas daquele jeito: sempre com um olho na comida e o outro na balança. Isto será posto à prova no final do ano, quando eu for visitar mamãe - uma cozinheira e tanto, e só para constar, pessoas que não são filhas dela também elogiam muito rs...

Beijos e vejo vocês nos comentários!

Este post vai sem foto, ainda não criei coragem de montar um 'antes e depois' pra postar aqui.

25 setembro, 2011

Filme: Pronta para amar (A little bit of Heaven)

Pronta para Amar (A Little Bit of Heaven) – 117 min
EUA – 2010
Direção: Nicole Kassell
Roteiro: Gren Wells
Elenco: Kate Hudson, Gael Garcia Bernal, Whoopy Goldberg, Peter Dinklage, Lucy Punch, Kathy Bates, Treat Williams, Donna Duplantier

Hoje eu reservei um tempinho pra falar sobre este filme, que eu assisti recentemente, e do qual eu gostei muito. 
Pra falar de um filme ou pra indicar um legal para os amigos, não é necessário ser crítica de cinema, né? Porque isto definitivamente eu não sou. Eu às vezes detesto filmes super badalados e premiados, e amo uns filmes que muita gente considera bobinhos. Bom, voltando ao filme, eu diria que trata-se de um drama, basicamente, embora eu tenha visto por aí o termo comédia dramático-romântica. É diferente de muita coisa que a gente vê por aí, porque, vamos combinar, tem filme que não teria razão de existir, já que não ensina nada, não faz a gente rir, não faz a gente se apaixonar, e nem entretém. Este filme faz a gente pensar um pouquinho. 
Marley é uma jovem bem sucedida e independente que trabalha com publicidade, e logo depois de uma promoção no trabalho, percebe alguns sintomas estranhos. Depois de consulta e exames, recebe o diagnóstico de câncer. Esta parte é bem triste, eu não sei se aconselharia um filme desses pra um hipocondríaco ou para quem perdeu uma pessoa querida para esta doença, porque não avaliei ainda a influência deste filme em mim. Mas sei que chorei várias vezes, fui tocada pela estória, e achei o final muito, muito fofinho, e eu até arriscaria dizer, alegre; achei que passa uma emoção bem forte ver alguém tão jovem passar por uma situação tão difícil, cada um tem uma forma diferente de lidar com as coisas.
Do que eu não gostei: não aguento mais a Kate Hudson pagando de baladeira (ela é baladeira no filme) e fazendo biquinho pra cantar e dançar. Aliás, ela faz isto em vários filmes, e eu não sei porquê, mas acho algumas atuações dela extremamente parecidas, por isso fiquei curiosa ao saber que seria uma atuação mais dramática. Não é das minhas atrizes preferidas, mas eu gostei muito da atuação dela em A chave mestra, suspense mais antigo e que todo mundo já viu - e quem não viu, tem de ver, vale muito a pena! 
Também não sou fã do Gael Garcia Bernal, na verdade não me conformo que tanta gente ache ele lindo, maravilhoso e etc, eu acho ele super normal, sem nada de mais ou de menos, também não acho a atuação dele tuuuuuuuuudo isso, mas gosto é igual a nariz, cada um com seu cada qual haha... 
Mas o filme vale muito a pena! Quem tiver um tempinho, vale conferir, com uma caixinha de lencinhos por perto, vai que precisa, né?

Outra coisa que eu queria compartilhar... eu presto atenção a alguns detalhes nos filmes que eu vejo, como decoração, moda, make up. E neste filme eu fiquei passada com a cabeceira da cama da Marley... achei muito original, acho que nunca tinha visto algo do tipo. As fotos estão feinhas porque foram printscreen do trailer, mas dá pra ter uma idéia:


Cabeceira da cama organizadinha....
E com uma leve baguncinha...
 Achei muito, muito legal a idéia de dormir numa cama cuja cabeceira me lembra o portão de uma casa antiga... certamente, se fosse na minha casa, no final de semana eu já teria umas três bolsas penduradas aí, mas não nos prendamos a detalhes haha... Ah, se alguém quiser ver o trailer, legendado, tem aqui.

Bjs e vejo vocês nos comentários!

Se alguém tiver dicas de bons filmes, compartilhe, please, que eu vivo em busca de filmes legais pra assistir...